Concursos Públicos

30 dUTC março dUTC 2008

Edital Concurso mudou!!!

Filed under: Sem-categoria — editalconcurso @ 10:32 am

Para quem acompanhou a breve vida deste blog, anunciamos que, para poder prover um melhor serviço de longo prazo para vocês, nós mudamos para o endereço http://www.editalconcurso.com. Por favor, atualizem seus bookmarks.

A equipe do Edital Concurso.

12 dUTC março dUTC 2008

Petrobras S.A. prorroga prazo para inscrições

Filed under: Petrobras — editalconcurso @ 12:12 am

A Petrobras S.A. reabriu as inscrições para o Concurso Público para Técnico de Operações Júnior e Técnico de Inspeção de Instalação de Equipamentos e Instalações Júnior. O endereço para inscrições é:

http://www.cespe.unb.br/concursos/petrobrasnm2008/

 

Segue abaixo, na íntegra, uma cópia do Edital de Reabertura das Inscrições:

 

 

 

PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETROBRAS) PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA PREENCHIMENTO

DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO EM CARGOS DE NÍVEL MÉDIO EDITAL N.º 6 PETROBRAS/PSP-RH-1/2008, DE 11 DE MAO DE 2008

 

PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETROBRAS), em cumprimento à decisão judicial proferida nos autos  da  Ação  Civil  Pública  n.º  2008.34.00.007319-4,  em  andamento  na  9.ª  Vara  Federal  da  São Judiciária do Distrito Federal, torna pública a reabertura do período de inscrições no processo seletivo público para preenchimento de vagas e para formação de cadastro em cargos de nível médio, no endereço eletrônico  http://www.cespe.unb.br/concursos/petrobrasnm2008,  no  período  de  10  horas  do  dia  12  de março de 2008 até as 16 horas do dia 28 de março de 2008, observado o horário oficial de Brasília/DF, com  o  pagamento  da  GRU  COBRANÇA  e  a  entrega  ou  o  envio  do  laudo  médico  a  que  se  refere  o subitem 5.4.9 do Edital n.º 1 Petrobras/PSP-RH-1/2008, de 24 de janeiro de 2008, publicado no Diário Oficial da União de 25 de janeiro de 2008, a o dia 28 de março de 2008.

 

 

 

Torna  pública,  ainda,  a  retificação  dos  subitens  6.2  e  6.3  do  Edital  n.º  1    Petrobras/PSP-RH-

1/2008, de 24 de janeiro de 2008, publicado no Diário Oficial da União de 25 de janeiro de 2008, que passam a ter a redação a seguir especificada.

 

6.2 As provas objetivas terão a duração de 3 horas e 30 minutos e serão aplicadas no dia 13 de abril de

2008, no turno da tarde.

6.3 Os  locais  e  o  horário  de  realização  das  provas  serão  publicados  no  Diário  Oficial  da  União  e divulgados na Internet, nos endereços eletrônicos http://www.cespe.unb.br/concursos/petrobrasnm2008 e http://www.petrobras.com.br, na data provável de 8 de abril de 2008. São de responsabilidade exclusiva do(a) candidato(a) a identificação correta de seu local de realizão das provas e o comparecimento no horário determinado.

 

Torna  público,  na  oportunidade,  que  permanecem  válidas  as  inscrições  realizadas  no  período estabelecido pelo Edital n.º 1 Petrobras/PSP-RH-1/2008, de 24 de janeiro de 2008, publicado no Diário Oficial da União de 25 de janeiro de 2008.

 

Torna  público,  por  fim,  que  os(as)  candidatos(as)  que  não  desejarem  mais  participar  do processo   seletivo   poderão   solicitar   a   devolução   do   valor   da   taxa   de  inscrição   por   meio   de requerimento  instruído  com  os  dados  bancários  e com  cópia do  CPF,  em  que conste o nome completo do(a) candidato(a). O requerimento deverá ser encaminhado, impreterivelmente, a o dia 28 de março

de 2008, por fax, para o número (61) 3448 0110; por SEDEX, valendo a data de postagem, para a Central

de  Atendimento  do  CESPE/UnB    Processo  Seletivo  Petrobras  NM  (devolução  de  taxa),  Campus Universitário  Darcy  Ribeiro,  Instituto  Central  de  Ciências  (ICC),  ala  norte,  mezanino    Asa  Norte, Brasília/DF, Caixa Postal 4488, CEP 70904-970; ou entregue na Central de Atendimento, localizada no referido endereço.

 

 

 

 

DIEGO HERNANDES

Gerente Executivo de Recursos Humanos

 

11 dUTC março dUTC 2008

Concurso Comlurb – Rio de Janeiro – inscrições de 12 a 23 de março de 2008

Filed under: Comlurb,Estado do Rio de Janeiro,Rio de Janeiro — editalconcurso @ 11:42 pm

Edital
SMA nº 51, de 05 de março de 2008.

REGULAMENTA O CONCURSO PÚBLICO PARA ADMISSÃO
DE PROFISSIONAIS A EMPREGOS DA COMPANHIA MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA
- COMLURB

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso
das atribuições que lhe são conferidas pela
legislação em vigor, e tendo em vista autorização
exarada no processo 01/506005/07, torna público que fará
realizar Concurso Público para admissão de
profissionais a empregos da Companhia Municipal de Limpeza Urbana -
COMLURB.

I das Disposições Preliminares

1. Do Concurso

1.1 O Concurso destina-se à contratação de
profissionais para empregos na COMLURB, sob o regime da Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT) e opção pelo regime do Fundo
de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

2. Do Nível de Escolaridade, dos Empregos, dos Salários,
da Carga Horária, da Taxa de Inscrição, das
Atribuições e da Qualificação.

2.1 Nível, Empregos, Vagas, Salário, Carga Horária
e Taxa de Inscrição

ESCOLARIDADE

EMPREGO

VAGAS

SALÁRIO
INICIAL (*)

CARGA
HORÁRIA

TAXA
EM R$

R

PNE

ENSINO
FUNDAMENTAL COMPLETO

Auxiliar de
Enfermagem do Trabalho

1

453,67

44
horas semanais

30,00

50,00

60,00

ENSINO
MÉDIO COMPLETO

Assistente Técnico
Administrativo-A

9

1

799,72

Técnico de
Segurança do Trabalho

1

1

1.061,76

ENSINO
SUPERIOR COMPLETO

Arquivologista

1

1.810,22

Assistente Social

1

Enfermeiro do
Trabalho

1

Pedagogo

1

1

Professor –
Educação Ambiental

1

Psicólogo

4

1

Biólogo

1

1

1.978,38

Contador

1

1

Desenhista
Industrial

1

Médico do
Trabalho

1

1

Redator

1

Técnico de
Relações Públicas

1

Administrador

1

1

2.162,18

Economista

1

1

Engenheiro Agrônomo

1

Engenheiro Civil

1

Engenheiro Florestal

1

1

Engenheiro
Eletricista

1

Engenheiro Mecânico

1

Engenheiro de
Produção

2

1

Engenheiro de
Segurança do Trabalho

1

(*)
Valores da referência inicial da função da
carreira obtidos a partir da Tabela Salarial vigente a partir de
março/2007, decorrente de Acordo Coletivo de Trabalho.

*
Legenda: R = Vagas Regulares

PNE
= Vagas para Portadores de Necessidades Especiais

2.2 Qualificação
Mínima Exigida

EMPREGO

QUALIFICAÇÃO

Auxiliar
de Enfermagem do Trabalho

Certificado,
devidamente registrado, de conclusão de Ensino Fundamental
e curso de qualificação profissional de Auxiliar de
Enfermagem, fornecido por instituição de ensino
oficial reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Assistente
Técnico Administrativo-A

Certificado,
devidamente registrado, de conclusão de Ensino Médio,
fornecido por instituição de ensino oficial
reconhecida pelo Ministério da Educação.

Técnico
de Segurança do Trabalho

Certificado,
devidamente registrado, de conclusão de Ensino Médio
de Educação Profissional de Nível Técnico
em Segurança do Trabalho, fornecido por instituição
de ensino oficial reconhecida pelo Ministério da Educação
ou certificado de conclusão de curso de Ensino Médio,
acrescido de curso de Supervisor de Segurança do Trabalho;
e registro no Ministério do Trabalho e Emprego.

Arquivologista

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Arquivologia, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Assistente
Social

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Serviço Social, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Enfermeiro
do Trabalho

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Enfermagem, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
diploma, devidamente registrado, de curso de especialização
em Enfermagem do Trabalho, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação
e conforme prescrito na Resolução CNE/CES nº 1,
de 8 de junho de 2007; e registro no órgão de classe
específico.

Pedagogo

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Pedagogia, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Professor
– Educação Ambiental

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas ou
Geografia, ou diploma de conclusão de curso de graduação
de bacharelado em Biologia ou Geografia, acrescido de diploma de
curso de especialização em Docência do Ensino
Superior, ambos devidamente registrados, fornecidos por
instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação; e diploma de curso de
extensão – mínimo de 60 (sessenta) horas, ou
especialização na área ambiental, fornecidos
por instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação, e registro no órgão
de classe específico.

Psicólogo

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Psicologia, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Biólogo

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Ciências Biológicas, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Contador

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Ciências Contábeis, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Desenhista
Industrial

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Desenho Industrial, fornecido por instituição de
ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Médico
do Trabalho

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Medicina, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
diploma, devidamente registrado, de conclusão de
especialização em Medicina do Trabalho, fornecido
por instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação; e registro no órgão
de classe específico.

Redator

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
de bacharelado em Comunicação Social com habilitação
em Jornalismo, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Técnico
de Relações Públicas

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
de bacharelado em Comunicação Social com habilitação
em Relações Públicas, fornecido por
instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação; e registro no órgão
de classe específico.

Administrador

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Administração, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Economista

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Economia, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
Agrônomo

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia Agrônoma, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
Civil

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia Civil, fornecido por instituição de
ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
Florestal

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia Florestal, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
Eletricista

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia Elétrica, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
Mecânico

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia Mecânica, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
de Produção

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia de Produção, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
e registro no órgão de classe específico.

Engenheiro
de Segurança do Trabalho

Diploma,
devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação
em Engenharia ou Arquitetura, fornecido por instituição
de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação;
diploma, devidamente registrado, de conclusão de
especialização em Segurança do Trabalho,
fornecido por instituição de ensino superior
reconhecida pelo Ministério da Educação e
conforme prescrito na Resolução CNE/CES nº 1,
de 8 de junho de 2007; e registro no órgão de classe
específico.

2.3 Atribuições
Básicas

- Auxiliar de Enfermagem do Trabalho

Desempenhar atividades de apoio à
enfermagem do trabalho em instalações ou dependências
da Companhia; prestar assistência ao empregado, atuando sob
supervisão de enfermeiro do trabalho; organizar ambiente de
trabalho, observar normas e procedimentos de biossegurança;
realizar registros dos atendimentos; fazer curativos e administrar
medicamentos conforme indicação e prescrição
do médico do trabalho; auxiliar os enfermeiros e médicos
do trabalho na realização de exames e avaliações
médicas; manter a organização de arquivos,
fichas e registros do serviço médico; atender os
empregados, a fim de determinar suas necessidades junto ao serviço
médico.

- Assistente Técnico
Administrativo-A

Executar atividades de apoio, dentro do
nível de complexidade compatível com a função,
nas áreas administrativa, financeira, jurídica,
logística, engenharia, atendimento, gestão de pessoas,
qualidade, organização e métodos, industrial,
operacional ou qualquer outra atividade – fim ou meio – necessária
ao pleno cumprimento das finalidades empresariais, sociais e
ambientais da Companhia, tais como: elaborar, analisar, alterar,
arquivar, receber, expedir e acompanhar documentos administrativos em
geral, relatórios, planilhas e processos, por meios
eletrônicos ou não; atender e orientar clientes internos
e externos; executar cálculos aritméticos e
estatísticos em geral; acompanhar, compilar e processar dados,
informações e indicadores atinentes a sua área
de atuação e outras tarefas de natureza e complexidade
semelhantes.

- Técnico de Segurança
do Trabalho

Participar
da elaboração e implementação da política
de saúde e segurança no trabalho (SST); realizar
auditoria; acompanhar e avaliar os diversos órgãos e
gerências da Companhia; identificar variáveis de
controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio
ambiente; desenvolver ações educativas na área
de saúde e segurança no trabalho; participar de
perícias e fiscalizações e integrar processos de
negociação, participar da adoção de
tecnologias e processos de trabalho; gerenciar documentação
de SST; investigar, analisar e recomendar medidas de prevenção
e controle de acidentes, executar os projetos e programas aprovados
pelo Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho –
SESMT.

- Arquivologista

Planejar, acompanhar e realizar
atividades de coleta, seleção, avaliação
e aquisição de documentos e acervos de importância
técnica e histórica; coordenar atividades técnicas
de classificação de documentos, sistemas de
armazenamento, microfilmagem, catalogação e
localização; atender a pesquisadores e outras
instituições públicas ou privadas; coordenar o
sistema de transferência de documentos entre os arquivos
corrente, intermediário e permanente das áreas e
institucional; participar da elaboração de política,
normas e procedimentos para gestão de arquivos da Companhia.

- Assistente Social

Planejar, coordenar e avaliar projetos
e programas sociais desenvolvidos a partir de demandas identificadas
junto aos empregados; elaborar e executar programas de serviço
social; realizar trabalho sócio-educativo buscando implementar
ações voltadas para a saúde do trabalhador;
realizar trabalho interdisciplinar para acompanhamento dos empregados
que apresentam questões ligadas à área
previdenciária, de saúde, familiar, financeira, entre
outras, orientando-os sobre serviços oferecidos por
instituições públicas ou privadas; elaborar
relatórios e pareceres relativos à sua área de
atuação, subsidiando a formulação de
políticas de planos de ação institucionais.

- Enfermeiro do Trabalho

Prestar assistência de enfermagem
do trabalho ao empregado em instalações ou dependências
da Companhia, realizando consultas e procedimentos de maior
complexidade e prescrevendo ações; coordenar e auditar
serviços de enfermagem do trabalho, implementar ações
para a prevenção e promoção da saúde
ocupacional junto aos empregados, assistir aos médicos do
trabalho em atividades e procedimentos relativos à medicina
preventiva e aos programas de saúde ocupacional da empresa.

- Pedagogo

Executar o planejamento teórico
e metodológico das ações de treinamento,
educação e informação; acompanhar e
orientar o desenvolvimento de atividades de educação
quanto aos aspectos técnico-pedagógicos; planejar as
atividades de desenvolvimento de metodologia de ensino a distância
para atividades de instrução; coordenar atividades
relativas a cursos, aplicação de testes e treinamento;
orientar e acompanhar a elaboração de material
referente a concursos públicos; realizar o levantamento de
necessidades de treinamento, elaborando quadros demonstrativos e
comparativos.

- Professor – Educação
Ambiental

Planejar e desenvolver cursos,
programas e projetos pedagógicos orientados para educação
geral, específica e corporativa; definir planos de curso,
conteúdos programáticos e grades curriculares relativas
a conteúdos específicos e transversais; preparar,
organizar e ministrar aulas teóricas e práticas,
palestras e exposições, utilizando metodologias e
técnicas pedagógicas na apresentação de
ações educativas sobre coleta seletiva, reciclagem de
lixo, comportamento e educação social e ambiental,
dirigidas a diferentes segmentos da sociedade e aos empregados;
emitir parecer sobre projetos educativos e/ou pedagógicos
desenvolvidos por técnicos da Companhia ou originados
externamente, a fim de adequá-los aos objetivos propostos;
elaborar projetos, normas e procedimentos relativos à sua área
de atuação, a fim de subsidiar a adoção e
implantação de programas educativos de interesse da
Companhia; mobilizar, no desenvolvimento de suas atividades, um
conjunto de capacidades comunicativas.

- Psicólogo

Participar do processo de recrutamento
e seleção de pessoas, elaborando, aplicando e
analisando resultados de testes, dinâmicas de grupo e
entrevistas, de modo a escolher aqueles que melhor atendam às
necessidades da Companhia; realizar a análise ocupacional e
traçar o perfil funcional e profissional, a partir da análise
e levantamento de requisitos das funções; participar do
processo de treinamento e desenvolvimento organizacional, planejando,
elaborando e implementando projetos capazes de atender às
demandas da Companhia, bem como atuar como facilitador no processo de
ensino-aprendizagem, de modo a subsidiar a execução de
ações educacionais visando o desenvolvimento
profissional e pessoal; elaborar, aplicar e analisar informações
decorrentes das atividades: pesquisa de clima organizacional,
entrevista de desligamento e avaliação funcional dos
empregados no desempenho de suas funções; elaborar
projetos, pareceres e normas relativas à sua área de
atuação, para subsídio e tomada de decisões;
manter intercâmbio com profissionais e instituições,
públicas ou privadas, para aperfeiçoamento profissional
e atualização de conhecimentos.

- Biólogo

Realizar diagnósticos
biológicos, moleculares e ambientais, análises
bacteriológicas e físico-químicas, estudos,
pesquisas e ensaios – em campo ou laboratório, para
avaliação da qualidade do lixo, potabilidade de águas,
contaminação decorrente da operação de
aterros e instalações de tratamento do lixo, avaliação
de risco de poluição ambiental; verificar a qualidade
sanitária de areia de praias e eficácia das operações
mecanizadas; avaliar a eficácia de inseticidas e raticidas,
visando garantir o controle biológico de vetores,
desenvolvimento de técnicas adequadas de combate; definir
metodologias de aplicação e preservação
da saúde dos empregados; realizar palestras, para divulgação
de técnicas de controle de vetores, preservação
do meio ambiente e de limpeza urbana.

- Contador

Assessorar, planejar, controlar ou
dirigir atividades e serviços de contabilidade financeira,
patrimonial e de custos, registro e contabilização de
documentos, observância do plano de contas, movimentação
de recursos e execução orçamentária;
efetuar análises contábeis, observando o comportamento
histórico, indicadores contábeis e mutações
patrimoniais; analisar aspectos financeiros, contábeis e
orçamentários da execução de contratos,
convênios e atos geradores de direitos e obrigações,
aplicação de recursos e orientação de
seus executores; auxiliar a auditoria, acompanhando o exame dos
registros fiscais e contábeis, prestando informações
e demonstrando a exatidão da documentação e sua
conformidade legal.

- Desenhista Industrial

Atualizar e aprimorar as
funcionalidades, conteúdo e programação visual
de páginas da Companhia, nas redes interna ou externa;
elaborar campanhas promocionais, culturais, corporativas e
institucionais, desenvolvendo logomarcas, cartazes, folders,
identidade visual, sinalizações e outros materiais de
divulgação; coordenar a direção de arte e
fotografia em campanhas publicitárias, mídias
eletrônicas e impressas; elaborar, em conjunto com outras
áreas, material de divulgação de informações
e processos internos em gestão de pessoas ou outras áreas
de interesse da Companhia.

- Médico do Trabalho

Elaborar e coordenar programas e
serviços em saúde, higiene e medicina do trabalho,
integrando ações com a área de engenharia de
segurança do trabalho; realizar consultas e atendimentos
médicos relativos à saúde ocupacional dos
empregados da Companhia; solicitar, analisar e interpretar resultados
de exames radiológicos, bioquímicos, hematológicos
e outros, de modo a diagnosticar ou informar diagnósticos;
implementar ações para promoção da saúde
dos empregados; efetuar perícias, auditorias e sindicâncias
médicas; emitir pareceres médicos, elaborar documentos
médicos e/ou administrativos; desenvolver campanhas e difundir
conhecimentos da área de medicina do trabalho e saúde
ocupacional.

- Redator

Estruturar estratégias de
divulgação e fortalecimento da imagem institucional;
pesquisar os quadros econômico, político, social,
cultural e organizacional, desenvolvendo material e mídias
orientadas para os públicos interno e externo, campanhas
institucionais, desenvolvimento sustentável e gestão
ambiental; implantar ações de relações
públicas e assessoria de imprensa; assistir, mediante
supervisão, à Presidência, Diretorias e
Profissionais Técnicos em atividades, apresentações
e representações externas; coletar informações,
selecionar, elaborar e redigir matérias e conteúdos
para divulgação; realizar entrevistas, pesquisas e
cobertura de eventos; promover contatos e intercâmbios com
outros órgãos de comunicação para
divulgação interna ou externa; mobilizar, no
desenvolvimento de suas atividades, um conjunto de capacidades
comunicativas.

- Técnico de Relações
Públicas

Planejar e elaborar projetos de eventos
de divulgação e fortalecimento da imagem institucional,
estudando alternativas, dimensionando recursos, orçando
custos, buscando apoio e patrocínio interno ou externo;
organizar eventos, preparar materiais promocionais e de apoio à
realização de eventos; acompanhar o desenvolvimento de
eventos, organizando tarefas, pessoas e recursos necessários e
disponíveis; identificar e assessorar autoridades presentes a
eventos; manter intercâmbio de informações com
profissionais e instituições públicas e
privadas, a fim de promover o aprendizado profissional e
organizacional; elaborar e implementar ações de
relações públicas e assessoria de imprensa;
mobilizar, no desenvolvimento de suas atividades, um conjunto de
capacidades comunicativas.

- Administrador

Planejar, coordenar, controlar e
implementar projetos, processos e programas na área
administrativa; analisar, desenvolver, implementar e controlar
processos internos relativos à gestão do pessoal,
materiais e serviços da área; elaborar análises,
estudos e relatórios referentes aos indicadores de desempenho
dos processos, produtos e serviços desenvolvidos pela
Companhia; participar do levantamento e orçamento de custos –
totais ou parciais – de projetos, programas, produtos ou
serviços desenvolvidos ou executados pela Companhia; controlar
a aquisição, utilização e aplicação
de recursos materiais, financeiros e pessoas, estabelecidos em
contratos de prestação de serviços, visando
atender às necessidades administrativas e operacionais da
Companhia; coordenar e controlar a elaboração e emissão
de documentos de obrigatoriedade legal e/ ou administrativa, conforme
instruções, prazos e conteúdo exigidos.

- Economista

Realizar atividades de planejamento,
análise, previsão e estudos relativos aos aspectos
econômicos e financeiros da Companhia, observando questões
e tendências da economia nacional e alterações
nos ambientes social, político e econômico; realizar
estudos visando apurar os custos e despesas diretas e indiretas de
produção e de serviços prestados pela Companhia;
realizar projeções de receitas e despesas, desembolsos
futuros, fluxo de caixa e preço dos serviços,
participar da elaboração e acompanhamento da execução
econômico-financeira do plano anual de investimentos da
Companhia, analisando desembolsos e aplicações.

- Engenheiro Agrônomo

Planejar, coordenar, controlar e executar projetos, programas e
planos de gestão ambiental, cultura e adequação
de espécies, melhoramento vegetal, irrigação e
drenagem, conservação, fertilização e
correção de solos, receituário agronômico,
manejo e manutenção de ecossistemas florestais em áreas
públicas urbanas, parques, praças, unidades de
conservação ou similares, analisando e conduzindo ações
e processos dentro dos princípios de sustentabilidade e de
racionalidade operacional, através da aplicação
de técnicas, métodos, máquinas e equipamentos
adequados às características ecológicas,
econômicas, culturais e geográficas, observando a
legislação vigente, o atendimento às políticas
públicas, adequação econômico-financeira e
padrões de qualidade estabelecidos.

- Engenheiro Civil

Planejar, projetar, controlar e
executar projetos e programas de implantação,
recuperação, remediação e operação
de aterros e instalações de armazenamento, tratamento e
transferência de resíduos sólidos; planejar,
elaborar, dirigir, controlar, acompanhar e executar projetos de
construção, obras e reformas de instalações,
considerando aspectos ambientais, estrutural, sistemas elétricos,
hidrossanitários, telefonia e lógica, entre outros,
especificando materiais, orçando custos parciais e totais,
estabelecendo cronogramas de execução, dimensionando
necessidades de mão-de-obra, materiais, máquinas e
equipamentos e outros recursos necessários à realização
deste empreendimento, segundo a melhor técnica e legislações
vigentes; planejar e implementar sistemas de inspeção e
controle, ensaios e testes, estabelecendo pontos de verificação
necessários ao cumprimento dos padrões de qualidade
estabelecidos.

- Engenheiro Florestal

Planejar, coordenar, controlar e
executar projetos, programas e planos de gestão ambiental,
monitoramento, implantação, recuperação,
manejo e manutenção de ecossistemas florestais em áreas
públicas urbanas, parques, praças, unidades de
conservação ou similares, analisando e conduzindo ações
e processos dentro dos princípios de sustentabilidade e de
racionalidade operacional, através da aplicação
de técnicas, métodos, máquinas e equipamentos
adequados às características ecológicas,
econômicas, culturais e geográficas, observando a
legislação vigente, o atendimento às políticas
públicas, adequação econômico-financeira e
padrões de qualidade estabelecidos.

- Engenheiro Eletricista

Planejar, elaborar, dirigir, controlar,
acompanhar e executar projetos de construção, obras,
reformas e manutenção de sistemas elétricos,
eletrônicos e de telecomunicações da Companhia,
estudando as condições requeridas para o funcionamento
das instalações e equipamentos elétricos, de
modo a assegurar os padrões de desempenho e qualidade,
considerando os aspectos ambientais, técnicos e de segurança,
entre outros, especificando materiais, orçando custos parciais
e totais, estabelecendo cronogramas de execução,
dimensionando necessidades de mão-de-obra, materiais, máquinas
e equipamentos e outros recursos necessários à
realização deste empreendimento, segundo a melhor
técnica e legislações vigentes; planejar e
implementar sistemas de inspeção e controle, ensaios e
testes, estabelecendo pontos de verificação necessários
ao cumprimento dos padrões de qualidade estabelecidos.

- Engenheiro Mecânico

Planejar, elaborar, dirigir, controlar,
acompanhar e executar projetos de fabricação,
construção, obras, reformas e manutenção
de sistemas e conjuntos mecânicos, ferramentas e materiais,
estudando as condições requeridas para seu
funcionamento, de modo a assegurar os padrões de desempenho e
qualidade, considerando os aspectos ambientais, técnicos e de
segurança, entre outros, especificando materiais, orçando
custos parciais e totais, estabelecendo cronogramas de execução,
dimensionando necessidades de mão-de-obra, materiais, máquinas
e equipamentos e outros recursos necessários à
realização deste empreendimento, segundo a melhor
técnica e legislações vigentes; planejar e
implementar sistemas de inspeção e controle, ensaios e
testes, estabelecendo pontos de verificação necessários
ao cumprimento dos padrões de qualidade estabelecidos.

- Engenheiro de Produção

Planejar, elaborar, dirigir, controlar,
acompanhar e executar estudos e projetos relativos à gestão
de processos de limpeza urbana, administrativos, operacionais ou
industriais, analisando fluxos de trabalho, ferramentas, máquinas,
equipamentos e materiais, estudando as condições
requeridas para seu funcionamento, aplicação e
utilização, de modo a assegurar padrões elevados
de desempenho e qualidade, considerando os aspectos ambientais,
técnicos e de segurança, entre outros; especificar
indicadores de qualidade e desempenho, estudando e definindo
parâmetros de medição e métodos de
verificação, para viabilizar o controle das atividades;
controlar o desenvolvimento de projetos, orientando e supervisionando
suas diferentes etapas quanto aos aspectos técnicos e
econômicos, garantindo a observância das especificações
e o alcance dos resultados planejados; planejar e implementar
projetos e programas de gestão de qualidade de produção,
processos e serviços desenvolvidos pela Companhia.

- Engenheiro de Segurança do
Trabalho

Identificar riscos potenciais e reais
decorrentes dos processos e atividades industriais e operacionais da
Companhia, estabelecendo normas, procedimentos, controles e planos de
ação preventivos e corretivos; desenvolver, testar e
supervisionar sistemas, processos e métodos industriais e
operacionais; gerenciar atividades de segurança do trabalho e
do meio ambiente; planejar empreendimentos e atividades industriais e
operacionais; coordenar equipes de controle riscos e prevenção
de acidentes, treinamentos e atividades de operacionais e
industriais; emitir e divulgar documentos técnicos,
relatórios, mapas de risco e contratos; especificar a
aquisição e definir estoque mínimo de
equipamentos de segurança; estabelecer e assegurar o
cumprimento dos requisitos para funcionamento de instalações,
máquinas e equipamentos, conforme suas características;
assessorar e subsidiar as áreas técnicas, operacionais
e industriais nos projetos e programas de manutenção,
reparo e construção.

II dos Requisitos

1. São
requisitos necessários para a inscrição:

a) ser brasileiro nato ou
naturalizado ou, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado
pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com
reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do
parágrafo 1º do art. 12 da Constituição da
República Federativa do Brasil na forma do disposto no art.
13, do Decreto nº. 70.436, de 18 de abril de 1972;

b) estar em dia com as
obrigações eleitorais;

  1. estar em dia com as
    obrigações militares, se do sexo masculino;

  2. possuir a
    qualificação exigida referente ao emprego pretendido.

  3. não ter sido
    demitido da COMLURB por justa causa.

III Das Inscrições

  1. As inscrições serão recebidas no período
    de 10 horas do dia 12/03/2008 até às 23h59min do
    dia 23/03/2008,
    horário de Brasília,
    incluindo sábados e domingos –
    somente via Internet,
    através de requerimento específico disponível
    no site www.rio.rj.gov.br/concursos;

    1. para efetuar a inscrição, é imprescindível
      o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) do
      candidato.

  2. Para inscrever-se,
    o candidato deverá, preliminarmente, certificar-se de que
    preenche todos os requisitos exigidos para participação
    no certame;

2.1 no ato da inscrição, não haverá
qualquer restrição ao candidato que não cumprir
os requisitos básicos. No entanto, só poderá ser
admitido aquele que, na época de sua convocação,
cumprir integralmente os requisitos mencionados.

  1. O candidato que
    esteja impossibilitado de transcrever as respostas da prova, deverá
    solicitar, na Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
    Pública, da Secretaria Municipal de Administração,
    situada na Rua Afonso Cavalcanti nº. 455, Anexo, 9º andar-
    Ala A, Cidade Nova, até 48 horas antes da data da prova, no
    horário das 10h às 16h, o auxílio de um fiscal
    para fazê-lo. Nesse caso, o candidato será acompanhado
    por 02 (dois) fiscais. Ao final da prova será lavrado um
    termo no qual o candidato concordará com as marcações
    que tiverem sido efetuadas no seu cartão resposta.

  2. Somente haverá
    devolução de taxa de inscrição nos casos
    previstos na Lei Municipal nº. 2.937, de 24/11/1999.

  3. A inscrição
    vale, para todo e qualquer efeito, como forma de expressa aceitação,
    por parte do candidato, de todas as condições, normas
    e exigências constantes deste Edital e demais instrumentos
    reguladores, dos quais o candidato não poderá alegar
    desconhecimento, bem como de todos os atos que forem expedidos sobre
    o certame.

  1. Procedimentos
    para inscrição

6.1
acessar o site
www.rio.rj.gov.br/concursos
onde estarão disponibilizados o Edital, o requerimento de
inscrição e os procedimentos necessários à
efetivação da inscrição;

6.2
cadastrar-se, no período de 10 horas do dia 12/03/2008
até às 23h59min do dia 23/03/2008
, (horário
de Brasília), através de requerimento específico
disponível no site
www.rio.rj.gov.br/concursos,
incluindo sábados e domingos;

    1. preencher corretamente
      o requerimento de inscrição;

6.4 imprimir o
requerimento preenchido;

6.5
o pagamento deverá ser efetuado, obrigatoriamente, por
meio de DARM, impresso após a conclusão de
preenchimento do requerimento de inscrição on line,
sendo este o único meio aceito para efetivação
da inscrição;

6.5.1
a impressão do DARM (opção disponível
após o preenchimento e envio do requerimento de Inscrição)
deverá ser feita, exclusivamente, em papel A4, até
às 16 horas do
dia 24/03/2008
, horário de Brasília;

6.5.2
caso ocorra problema na impressão da 1ª via do DARM,
o candidato poderá emitir a 2ª via, posteriormente,
opção também disponível no site;

6.6 o pagamento deverá ser efetivado SOMENTE NOS
BANCOS ABAIXO DISCRIMINADOS, até o
dia 24/03/2008
:

B A N C O S C R E D E N C
I A D O S

  • BRASIL S/A

  • BANCO DA
    AMAZÔNIA S/A

  • SANTANDER
    BANESPA S/A

  • ESTADO DE
    SANTA CATARINA S/A

  • ESTADO DO
    RIO GRANDE DO SUL S/A

  • BRASÍLIA
    S/A

  • CAIXA
    ECONÔMICA FEDERAL

  • BRADESCO
    S/A

  • ITAÚ
    S/A

  • ABN AMRO
    BANK

  • MERCANTIL
    DO BRASIL S/A

  • HSBC BANK
    BRASIL S/A – BANCO MÚLTIPLO

  • UNIBANCO
    S/A

  • SAFRA S/A

  • RURAL S/A

  • CITIBANK
    S/A

6.6.1 o pagamento após a data do vencimento implicará
o cancelamento da inscrição;

6.6.2 não será permitido efetuar o pagamento através
de depósito, transferência bancária e/ou
agendamento;

6.6.3 a inobservância ao determinado nos subitens 6.6, 6.6.1
e 6.6.2, implicará na não participação
do candidato no concurso, não sendo aceitas, portanto,
reclamações posteriores quanto a não
confirmação do pagamento;

    1. a inscrição
      só será efetivada após a confirmação
      do pagamento da taxa de inscrição, pela instituição
      bancária;

6.8 a Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
Pública, da Secretaria Municipal de Administração,
não se responsabiliza por solicitações de
inscrição não recebidas, por qualquer
motivo, sejam de ordem técnica dos equipamentos, falhas de
comunicação, congestionamento das linhas de
comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica
que impossibilitem a transferência de dados.

  1. Não
    serão aceitas inscrições por fax, condicional
    ou extemporânea. Verificado, a qualquer tempo, o recebimento
    de inscrição que não atenda a todos os
    requisitos fixados neste Edital, a inscrição será
    cancelada.

  2. São de
    responsabilidade exclusiva dos candidatos os dados cadastrais
    informados no ato da inscrição, vedada a possibilidade
    de alteração posterior, exceto o endereço para
    correspondência que estará disponível para
    alteração, até
    o dia 02/04/2008
    .

  3. A prestação
    de declaração falsa ou inexata e a não
    apresentação de quaisquer documentos exigidos
    importarão em insubsistência de inscrição,
    nulidade de habilitação e perda dos direitos
    decorrentes, sem prejuízo das sanções
    aplicáveis à falsidade de declaração,
    ainda que o fato seja constatado posteriormente.

  4. O
    descumprimento das instruções implicará a não
    efetivação da inscrição.

IV Dos
Portadores de Necessidades Especiais

  1. Será admitida
    a inscrição, nos termos da Lei Municipal n.º
    2.111, de 10.01.94, de pessoa portadora de necessidades especiais
    (deficientes), ficando o respectivo deferimento condicionado ao
    cumprimento do disposto na Lei Municipal n.º 645, de 05.11.84,
    e no Decreto Municipal n.º 5.890, de 16.06.86.

  2. O candidato portador
    de necessidades especiais deverá assinalar sua condição
    no campo próprio do requerimento de inscrição,
    mencionando a deficiência da qual é portador, e, se
    necessário, requerer o método através do qual
    deseja realizar a prova: com ledor, prova ampliada ou prova normal
    e/ou solicitar sala de mais fácil acesso, no caso de
    dificuldade de locomoção;

2.1 no caso de prova com o auxílio de um fiscal ledor, o
fiscal além de auxiliar na leitura da prova, também
transcreverá as respostas para o cartão do candidato,
sempre sob a supervisão de outro fiscal devidamente treinado.
Ao final da prova será lavrado um termo no qual o candidato
concordará com as marcações que foram efetuadas
no cartão-resposta;

2.2 o candidato portador de deficiência visual parcial
(ambliopia) deverá identificar sua condição,
indicando no requerimento de inscrição se deseja que a
prova seja confeccionada de forma ampliada. Neste caso, será
oferecida prova com tamanho de letra correspondente a corpo 24 (vinte
e quatro).

  1. O candidato que
    não declarar no requerimento de inscrição ser
    portador de necessidades especiais concorrerá somente às
    vagas regulares.

  2. O candidato
    portador de necessidades especiais participará do certame em
    igualdade de condições com os demais candidatos, no
    que se refere ao conteúdo da prova, à avaliação,
    aos critérios de aprovação, ao horário,
    ao local de aplicação, ao tempo de realização
    da prova e à nota mínima exigida para todos os demais
    candidatos, sendo-lhe, porém, assegurado fácil acesso
    ao recinto onde a prova será realizada.

  3. O acesso de
    portadores de necessidades especiais à prova e sua eventual
    aprovação não implica o reconhecimento da
    compatibilidade de sua deficiência com a atividade pertinente
    à vaga, a qual será determinada por meio de perícia
    médica;

5.1 a partir da publicação do resultado da prova
objetiva, no Diário Oficial do Município do Rio de
Janeiro, o candidato portador de necessidades especiais, considerado
aprovado
, deverá comparecer no prazo de até 02
(dois) dias úteis, à Subsecretaria de Estudos e
Pesquisas em Administração Pública da Secretaria
Municipal de Administração, situada na Rua Afonso
Cavalcanti n.º 455, Anexo, 9º andar – Ala A –
Cidade Nova, no horário das 10h às 16h, munido do
original de documento oficial de identidade, para tomar ciência
do dia, horário e local em que deverá comparecer à
Gerência de Acompanhamento da Saúde do Servidor da
Secretaria Municipal de Administração -
A/CSRH/CVS/GASS, ficando este Órgão desobrigado de
realizar qualquer tipo de contato para este fim;

5.2 o candidato será encaminhado à Gerência
de Acompanhamento da Saúde do Servidor da Secretaria Municipal
de Administração – A/CSRH/CVS/GASS, para confirmação
da deficiência declarada, conforme Decreto n.º 5.890 de
16.06.86;

5.2.1 no caso de ser portador de deficiência auditiva
ou visual ou apresentar paralisia cerebral, o candidato deverá
exibir, também, exame audiométrico, laudo oftalmológico
com acuidade visual ou parecer neurológico, respectivamente,
dentro do prazo de validade de 30 (trinta) dias, contados da emissão
até o dia da apresentação;

5.2.2
constatada, pela A/CSRH/CVS/GASS, a necessidade de avaliação
da capacidade laborativa do candidato pela Junta de Especialistas, o
fato será informado à Subsecretaria de Estudos e
Pesquisas em Administração Pública da Secretaria
Municipal de Administração para as providências
pertinentes;

5.2.3 a Junta de
Especialistas emitirá laudo fundamentado, declarando a
compatibilidade ou não, da deficiência com as
atribuições do emprego a ser ocupado;

5.2.4
o candidato cuja deficiência venha a ser considerada, pela
Junta de Especialistas, incompatível com o regular exercício
das atividades do emprego, será eliminado do certame;

5.3 o candidato
considerado pela A/CSRH/CVS/GASS como não portador de
necessidades especiais, concorrerá, somente, às vagas
regulares;

5.4 o candidato
portador de necessidades especiais que não comparecer no dia,
hora e local determinados para confirmação da
deficiência, ou não cumprir a exigência junto à
A/CSRH/CVS/GASS, caso haja, será eliminado do certame.

  1. Em
    conformidade com o disposto na Lei Municipal n.º 2.111, de
    10.01.94, ficam reservadas, no presente concurso, 5% (cinco por
    cento) das vagas oferecidas para as pessoas portadoras de
    necessidades especiais, desde que comprovada a compatibilidade da
    deficiência com as atividades do emprego. Nos casos em que a
    reserva inicial das vagas não atingir
    este percentual, será observada, durante a vigência
    deste concurso, a necessária compensação nas
    convocações subseqüentes, que, em qualquer caso,
    observarão o percentual acima estabelecido;

    1. caso a aplicação
      do percentual de 5% (cinco por cento) resulte em número
      fracionado, este será elevado até o primeiro número
      inteiro subseqüente, arredondamento que incidirá apenas
      na reserva inicial de vagas;

    2. as pessoas
      portadoras de necessidades especiais, amparadas pela legislação
      vigente, poderão concorrer, sob sua inteira responsabilidade
      e nos termos da referida legislação, às vagas
      que vierem a surgir durante a validade do concurso no percentual de
      5% (cinco por cento) das vagas que vierem a ser preenchidas, ou
      seja, a cada 20 (vinte) candidatos convocados para essas vagas, a
      vigésima será preenchida pelo candidato portador de
      necessidades especiais, de acordo com
      a classificação obtida.

  2. Os recursos interpostos
    contra o resultado das avaliações deverão ser
    encaminhados à Gerência de Acompanhamento da Saúde
    do Servidor da Secretaria Municipal de Administração
    - A/CSRH/CVS/GASS;

V Da
Hipossuficiência

  1. Será admitida
    inscrição nos termos do Decreto Municipal nº
    22.082 de 30.09.02 e Resolução Conjunta SMA/SMAS nº
    99 de 05.10.2007.

    1. as inscrições
      ocorrerão das 10h do dia 12/03/2008 até às
      23h59min do dia 14/03/2008.

  2. Procedimentos

2.1 o candidato deverá assinalar, no requerimento utilizado
para inscrição on line, no site
www.rio.rj.gov.br/concursos,
sua pretensão de isenção de taxa de inscrição;

2.1.1
o sistema bloqueará o acesso a esta opção,
após o período determinado no subitem 1.1

2.2 o candidato que pretender isenção de taxa de
inscrição deverá, obrigatoriamente, comparecer
entre os dias 13, 14 e 17/03/2008, das 10h às 16h, na
Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
Pública, Rua Afonso Cavalcanti, 455, Anexo, 9º andar /
Ala A – Cidade Nova/RJ, para avaliação da
hipossuficiência, apresentando os seguintes documentos:

  1. requerimento de
    avaliação de hipossuficiência impresso;

  2. cópia do
    comprovante de residência no nome do requerente;

  3. cópia da
    certidão de nascimento ou certidão de casamento ou
    decisão judicial de separação ou divórcio
    ou de óbito do cônjuge;

  4. cópia do último
    contracheque;

  5. declaração,
    de próprio punho, sobre a renda familiar de parentes de 1º
    grau devidamente comprovados, que residam no mesmo endereço.

    1. caso o candidato não
      compareça para avaliação da hipossuficiência
      no dia, horário e local determinados no item 2.2, sua
      inscrição será desconsiderada, pois o ato do
      preenchimento do requerimento com a pretensão de isenção
      de taxa, não significa que sua inscrição foi
      aceita e efetivada.

  1. Conforme o estabelecido
    na Resolução Conjunta SMA/SMAS n.º 99, de 05 de
    outubro de 2007, “serão considerados hipossuficientes,
    para inscrição gratuita em concursos públicos
    realizados por iniciativa do Poder Executivo, aqueles que
    comprovarem possuir renda familiar “per capita”
    inferior a 30% (trinta por cento), do Salário Mínimo
    Nacional, sem prejuízo do previsto em seus Artigos 5º e
    6º”;

    1. atestada
      a hipossuficiência do requerente, sua inscrição
      será, automaticamente, autorizada;

3.1.1
o candidato deverá acessar o site a partir do dia
19/03/2008, para tomar ciência do resultado de sua
avaliação da hipossuficiência;

    1. caso
      a avaliação da hipossuficiência seja
      indeferida, o requerente poderá, se desejar, concretizar sua
      inscrição acessando, novamente no site, seu
      requerimento de inscrição para a impressão do
      DARM e efetivação do pagamento da taxa, até
      o dia 24/03/2008
      , conforme o disposto no Inciso III,
      item 6 e seus subitens
      .

VI Da Confirmação Da Inscrição

1. O candidato deverá acompanhar a CONFIRMAÇÃO
DO PAGAMENTO DE SUA INSCRIÇÃO
através do
site www.rio.rj.gov.br/concursos, até o dia
31/03/2008;

    1. para verificar a
      confirmação do pagamento, o candidato acessará,
      no site acima mencionado, a opção “consultar
      andamento da inscrição”
      e, verificar no
      final do requerimento se consta a mensagem “confirmado
      pagamento da taxa de inscrição”
      ;

    2. se até a
      data acima estabelecida não estiver confirmado o
      respectivo pagamento da inscrição
      , o candidato
      deverá entrar em contato com a Subsecretaria de Estudos e
      Pesquisas em Administração Pública, através
      do telefone 2293-8000, nos dias 01 e 02/04/2008,
      impreterivelmente;

    3. a inobservância
      ao determinado no item 1 e subitem 1.2, deste Inciso, implicará
      na não participação do candidato no
      concurso, não sendo aceitas, portanto, reclamações
      quanto a não confirmação do pagamento
      de sua inscrição;

1.4 não haverá inclusão após as
datas determinadas no item 1, subitem 1.2, deste Inciso.

2. As informações referentes à data,
horário, tempo de duração e local de realização
da prova (nome do estabelecimento, endereço e sala), emprego
para o qual concorre à vaga, tipo de vaga escolhida pelo
candidato (vaga regular ou vaga reservada para portadores de
necessidades especiais), condição especial de prova (se
for o caso), estarão disponíveis, oportunamente, no
site www.rio.rj.gov.br/concursos;

2.1 adicionalmente, será encaminhado a cada candidato e-mail
(caso fornecido pelo candidato) ou correspondência,
comunicando as informações descritas no item 2. Para
tanto, é fundamental que o e-email e o endereço
informados no requerimento de inscrição estejam
completos e corretos.

    1. não serão
      enviadas correspondências para os candidatos cujo endereço
      informado no requerimento de inscrição esteja
      incompleto ou sem indicação do CEP.

    2. não serão
      prestadas, por telefone, informações a respeito de
      locais e horários de realização da prova.

    3. o cartão de
      confirmação de inscrição estará
      disponível no site para conhecimento do candidato.

  1. A existência de
    informações quanto à data, horário e
    local da realização da prova no e-mail, na
    correspondência enviada pelos Correios, no cartão de
    confirmação de inscrição disponível
    na Internet, não exime o candidato do dever de observar, pelo
    Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, as
    publicações de todos os atos e editais referentes ao
    certame.

  2. O
    candidato deverá, obrigatoriamente, conferir todas as
    informações contidas no site
    www.rio.rj.gov.br/concursos
    e/ou e-mail e/ou no cartão de
    confirmação de inscrição.

  3. Quando houver
    inexatidão, no caso de portador de necessidades especiais, no
    tipo de prova e/ou no tipo de deficiência contidos na
    correspondência recebida, o candidato deverá comparecer
    à Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
    Pública, na Rua Afonso Cavalcanti n.º 455, Anexo, 9º
    andar, Ala A – Cidade Nova e solicitar a necessária correção,
    impreterivelmente, até 48 horas, antes da data de realização
    da prova.

5.1 serão de
responsabilidade exclusiva do candidato as conseqüências
advindas de eventual omissão, quanto a pedido de correção,
no prazo estipulado, das informações constantes do
cartão de confirmação de inscrição
e/ou e-mail, sobre o tipo de prova solicitado.

6. Quando houver inexatidão em outras informações,
como dados pessoais, o candidato deverá solicitar ao fiscal a
respectiva correção em formulário específico,
que estará disponível na sala de prova.

VII Da Prova

1. A avaliação
dos candidatos será feita através de Prova Objetiva, de
caráter eliminatório, e constará de questões
de múltipla escolha, conforme quadro a seguir, com 4 (quatro)
alternativas e uma única opção correta, versando
sobre o conteúdo programático constante deste Edital.
Será considerado aprovado o candidato que obtiver o mínimo
de pontos exigidos por conteúdo e o mínimo de pontos do
total da prova, conforme estabelecido nos quadros a seguir:

- Emprego de
Assistente Técnico Administrativo-A

CONTEÚDO


DE QUESTÕES

PONTOS
POR QUESTÃO

TOTAL
EM PONTOS

MÍNIMO
EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO, POR CONTEÚDO

MÍNIMO
EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO, NA PROVA

Língua
Portuguesa

20

1,0

20,0

8,0

60,0

Conhecimentos
Específicos

15

2,0

30,0

6,0

Matemática

15

2,0

30,0

6,0

Noções de
Informática

10

2,0

20,0

4,0

- Demais empregos

CONTEÚDO


DE QUESTÕES

PONTOS
POR QUESTÃO

TOTAL
EM PONTOS

MÍNIMO
EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO, POR CONTEÚDO

MÍNIMO
EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO, NA PROVA

Língua
Portuguesa

20

1,0

20,0

4,0

60,0

Conhecimentos
Específicos

40

2,0

80,0

16,0

1.1.1
a
s questões da prova poderão avaliar
habilidades que vão além de mero conhecimento
memorizado, abrangendo compreensão, aplicação,
análise, síntese e avaliação, valorizando
a capacidade de raciocínio. Cada questão da prova
poderá contemplar mais de uma habilidade e conhecimentos
relativos a mais de uma área de conhecimento.

1.2 as questões da prova serão do tipo múltipla
escolha, com quatro opções (A, B, C e D) e uma única
resposta correta, de acordo com o comando da questão.

1.3
o candidato deverá transcrever as respostas da prova para
o cartão-resposta, que será o único documento
válido para a correção da prova, com caneta
esferográfica, obrigatoriamente, de tinta azul ou preta,
apondo, ainda, sua assinatura no cartão.

1.4
o preenchimento do cartão-resposta será de inteira
responsabilidade do candidato, que deverá proceder em
conformidade com as instruções específicas
contidas neste regulamento. Em hipótese alguma haverá
substituição do cartão-resposta por erro do
candidato.

1.4.1 o candidato deverá, obrigatoriamente, marcar, para
cada questão, um, e somente um, dos quatro campos do
cartão-resposta, sob pena de anulação da
respectiva questão;

1.4.2 será, também, anulada a questão, cuja
marcação da resposta, estiver em desacordo com este
regulamento: resposta não assinalada, rasurada ou com emenda,
ainda que legível;

1.4.3 o candidato não poderá amassar, molhar,
dobrar, rasgar, manchar ou, de qualquer modo, danificar o
cartão-resposta, sob pena de reprovação, por
impossibilidade de realização da leitura óptica;

1.4.4 o tempo de duração da prova inclui o
preenchimento do cartão-resposta;

1.4.5 o candidato é responsável pela conferência
de seus dados pessoais, em especial seu nome, seu número de
inscrição e o número de seu documento de
identidade;

1.5 toda e qualquer
legislação com entrada em vigor após a data de
publicação deste Edital, bem como alterações
em dispositivos legais e normativos a ele posteriores, não
serão objeto de avaliação na prova do concurso.

1.6
o gabarito da prova será publicado no Diário Oficial
do Município do Rio de Janeiro,
no segundo dia útil seguinte ao de realização da
prova, estando disponível também no site
www.rio.rj.gov.br/concursos.

VIII Das Condições de Realização
da Prova Objetiva

  1. A prova será aplicada na cidade do Rio de Janeiro, em
    função da disponibilidade de locais para realização,
    a serem publicados no Diário Oficial do Município do
    Rio de Janeiro e divulgados no site www.rio.rj.gov.br/concursos.

  2. a Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
    Pública não se obriga a realizar a prova no bairro
    onde o candidato residir.

  3. O candidato
    deverá comparecer ao local designado para a prova com
    antecedência de 60 (sessenta) minutos do horário fixado
    para o seu início, portando caneta esferográfica de
    tinta azul ou preta e comprovante do original do documento de
    identidade que serviu de base para sua inscrição no
    certame;

3.1 o
documento deverá estar em perfeitas condições,
de forma a permitir, com clareza, a identificação do
candidato e sua assinatura;

3.2 serão
considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos
Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Pública,
pelos Institutos de Identificação e pelos Corpos de
Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos órgãos
fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos
etc.); passaporte brasileiro; certificado de reservista; carteiras
funcionais do Ministério Público; carteiras funcionais
expedidas por órgão público que, por lei
federal, valham como identidade; carteira de trabalho; carteira
nacional de habilitação (somente o modelo aprovado pelo
artigo 159 da Lei n.º 9.503, de 23 de setembro de 1997);

3.3 não
serão aceitos como documentos de identidade: certidões
de nascimento, CPF, títulos eleitorais, carteiras de motorista
(modelo antigo), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem
valor de identidade, protocolos de documentos nem documentos
ilegíveis, não-identificáveis e/ou danificados;

3.4 o
candidato que deixar de apresentar, no dia de realização
da prova, documento que o identifique, reconhecido em todo o
território nacional, alegando qualquer justificativa, não
realizará a prova, sendo excluído do certame;

3.5 não
serão aceitos protocolos ou quaisquer outros documentos que
não tenham validade como documento de identidade em todo o
território nacional.

4. Para a segurança dos candidatos e a garantia da lisura do
certame, após a assinatura da lista de presença, serão
adotados os seguintes procedimentos:

4.1 o
candidato não poderá retirar-se da sala de prova sem
autorização e acompanhamento da fiscalização;

    1. o
      candidato não poderá consultar qualquer material,
      inclusive jornal e revista, enquanto aguardar o horário de
      início da prova.

5. Os
portões serão fechados no horário previsto
para o início da prova;

    1. depois
      de autorizado o início da prova, somente será
      permitido o ingresso de candidatos nas salas quando acompanhados do
      Coordenador Local;

    2. não
      será permitido o ingresso de candidatos, em hipótese
      alguma, no estabelecimento, após o fechamento dos portões.

  1. A
    inviolabilidade das provas será comprovada no momento do
    rompimento do lacre dos malotes, mediante termo formal e na presença
    de, no mínimo, 2 (dois) candidatos.

  2. Nos locais de prova
    poderá haver rastreamento eletrônico.

  3. Não será
    permitido ao candidato fumar na sala de prova.

  4. Após o início
    da prova não será permitida a permanência de
    pessoas não autorizadas previamente no local de prova;

9.1 a
candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização
da prova, deverá levar um acompanhante, que ficará em
dependência designada pela Comissão Organizadora

e que será responsável pela guarda
da criança. A candidata que não levar acompanhante não
realizará a prova.

  1. Somente após
    decorrida uma hora do início da prova, o candidato, ainda que
    tenha desistido do concurso, poderá entregar o caderno de
    questões, o cartão-resposta, devidamente assinado, e
    retirar-se do recinto.

  2. Ao candidato somente
    será permitido levar o caderno de questões, faltando
    uma hora para o término da prova;

11.1
os cadernos de questões retidos serão
eliminados posteriormente.

  1. Será
    terminantemente vedado ao candidato copiar os assinalamentos feitos
    no cartão-resposta, sob pena de exclusão do certame.

  2. Ao terminar a prova, o
    candidato entregará, obrigatoriamente, ao fiscal de sala, o
    seu caderno de questões e o cartão-resposta,
    ressalvado o disposto no item 11.

  3. Os
    três últimos candidatos deverão permanecer em
    sala, sendo liberados somente quando todos tiverem concluído
    a prova ou o tempo tenha se esgotado e após o registro dos
    seus nomes na ata de aplicação de prova.

  4. O
    candidato que insistir em sair de sala, descumprindo o disposto nos
    itens 10 a 14 deste inciso, deverá assinar Termo de
    Desistência e, caso se negue, será lavrado Termo de
    Ocorrência, testemunhado por 2 (dois) outros candidatos, pelos
    fiscais e pelo Coordenador Local.

  5. Qualquer observação,
    por parte dos candidatos, será igualmente lavrada na ata,
    ficando seus nomes e números de inscrição
    registrados pelos fiscais.

  6. Não haverá
    prorrogação do tempo previsto para aplicação
    da prova, inclusive aquele decorrente de afastamento do candidato da
    sala de prova.

  7. No dia de realização
    da prova, não serão fornecidas, por qualquer membro da
    equipe de aplicação destas e/ou pelas autoridades
    presentes, informações referentes ao seu conteúdo
    e/ou aos critérios de avaliação e de
    classificação.

  8. Não haverá
    aplicação de provas fora dos dias, locais e horário
    preestabelecidos.

  9. O
    candidato não poderá alegar desconhecimento dos locais
    de realização da prova como justificativa de sua
    ausência. O não comparecimento às provas,
    qualquer que seja o motivo, será considerado como desistência
    do candidato e resultará em sua eliminação
    do certame.

IX da Exclusão
do Certame

1. Será
excluído do concurso o candidato que:

1.1 faltar, chegar ao
local de prova após o fechamento dos portões ou
comparecer para a realização da prova em local
diferente do designado;

    1. ausentar-se da sala, a
      qualquer tempo, portando o cartão-resposta.

    2. o candidato que
      insistir em sair de sala, descumprindo o disposto nos itens 10 a 15
      do Inciso VIII;

    3. dispensar tratamento
      incorreto e/ou descortês a qualquer pessoa envolvida ou
      autoridade presente à aplicação da prova, bem
      como perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo
      em comportamento indevido;

1.5 utilizar-se, no
decorrer da prova, de qualquer tipo de consulta a material impresso,
anotações ou similares, ou for surpreendido em
comunicação verbal, escrita, ou gestual, com outro
candidato;

1.6 for surpreendido dando e/ou recebendo auxílio para a
execução da prova;

1.7 utilizar ou manter ligado, no local da prova, telefone
celular, bip, walkman, rádio, receptor/transmissor, gravador,
agenda eletrônica, notebook, calculadora, palmtop, relógio
digital com receptor ou qualquer outro meio de comunicação
ativa ou passiva.


1.7.1 ainda que o toque de celular seja de alarme, será
considerado tentativa de fraude, o que implicará a eliminação
do candidato do certame.

1.8 fizer anotação
de informações relativas às suas respostas no
comprovante de inscrição ou em qualquer outro meio, que
não os permitidos;

1.9 recusar-se a
entregar o cartão-resposta ao término do tempo
destinado para a realização da prova;

1.10 deixar de assinar
o cartão-resposta e a lista de presença;

1.11 descumprir
qualquer das instruções contidas no caderno de
questões;

1.12 utilizar ou tentar
utilizar meios fraudulentos ou ilegais para obter aprovação
própria ou de terceiros, em qualquer etapa do concurso
público;

1.13 não alcançar o mínimo em pontos para
habilitação por conteúdo e o mínimo em
pontos para habilitação no total da prova;

1.14
se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrônico,
estatístico, visual ou grafológico, que o candidato se
utilizou de processos ilícitos, sua prova será anulada,
sendo automaticamente eliminado do concurso;

1.15 deixar de se apresentar, quando convocado em qualquer fase do
concurso, ou não cumprir, nos prazos indicados, os
procedimentos necessários para a posse;

1.16 deixar de apresentar qualquer um dos documentos que comprovem
o atendimento a todos os requisitos fixados neste Edital;

1.17 não atender às determinações do
presente regulamento e de seus atos complementares;

1.18 fizer declaração falsa ou inexata em qualquer
documento.

X dos
Recursos

1. Somente
o próprio candidato, ou seu procurador legal, poderá
interpor recurso, quando ficar evidenciado erro na formulação
da questão, na correção e no critério de
julgamento, utilizando-se, para tanto, de formulário próprio,
para cada questão, cujo modelo estará disponível
no site
www.rio.rj.gov.br/concursos.

2. Os recursos deverão
ser interpostos no prazo de:

2.1 até 02 (dois)
dias úteis, contados a partir do dia subseqüente ao da
publicação do gabarito no D.O.RIO, quanto às
questões da prova objetiva;

2.2 até
02 (dois) dias úteis, contados a partir do dia subseqüente
ao da publicação do resultado da prova objetiva no D.O.
RIO, para solicitar recontagem de pontos;

2.3 até
02 (dois) dias úteis, contados a partir do dia subseqüente
ao da publicação do resultado final no D.O. Rio,
exclusivamente para retificação de eventual erro
material.

3. O recurso quanto às
questões da prova objetiva, individual e único para
cada questão, deverá ser digitado ou preenchido com
letra de forma e assinado pelo candidato, com a indicação
precisa daquilo em que o candidato se julgar prejudicado e
devidamente fundamentado, comprovando as alegações com
a citação de artigos de legislação,
itens, páginas de livros, nome de autores etc, juntando,
sempre que possível, cópia dos comprovantes.

4. O
recurso deverá ser entregue na Subsecretaria de Estudos e
Pesquisas em Administração Pública da Secretaria
Municipal de Administração, situada na Rua Afonso
Cavalcanti, 455-Anexo, 9º andar / Ala A – Cidade Nova,
impreterivelmente, das 10h às 16h.

4.1 não serão
aceitos, em hipótese alguma, recursos após as 16 horas.

5. Será
indeferido, liminarmente, recurso não fundamentado ou
apresentado fora das condições exigidas e/ou prazos
estabelecidos, bem como os recursos que apresentarem cópias de
fundamentos de outros recursos.

6. Se do exame dos
recursos resultar anulação de questão, os pontos
a ela correspondentes serão atribuídos,
indistintamente, a todos os candidatos que realizaram a prova,
independentemente da formulação de recurso.

7. Se, por força
de decisão favorável a impugnações,
houver modificação do gabarito divulgado antes dos
recursos, as provas serão corrigidas de acordo com o gabarito
definitivo, não se admitindo recurso dessa modificação
decorrente das impugnações.

8. Não serão
aceitos recursos por fax, via postal ou pela Internet.

9. A Banca Examinadora
constitui última instância para recurso e revisão,
sendo soberana em suas decisões, razão pela qual serão
indeferidos, liminarmente, recursos ou revisões adicionais.

XI Do Resultado das Provas

  1. Os
    resultados das Provas serão divulgados por Edital, publicados
    no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro e
    disponibilizados no site
    www.rio.rj.gov.br/concursos.

  1. Dos
    resultados constarão as notas, por conteúdo, de todos
    os candidatos convocados para as Provas.

XII Do Resultado Final

1. O
resultado final do Concurso Público será divulgado por
Edital, publicado no Diário Oficial do Município do Rio
de Janeiro e disponibilizado no site www.rio.rj.gov.br/concursos.

2. Do
resultado final constarão apenas os candidatos
habilitados na Prova Objetiva, em ordem decrescente de pontos;

2.1 na hipótese de
igualdade de pontos, serão adotados, sucessivamente, os
seguintes critérios de desempate:

2.1.1 Emprego de
Assistente Técnico Administrativo-A

- maior nota no
conteúdo de Língua Portuguesa;

  • maior nota no conteúdo
    de Conhecimentos Específicos;

  • maior nota no conteúdo
    de Matemática;

  • o mais idoso.

2.1.2
Demais empregos

- maior nota no
conteúdo de Língua Portuguesa;

  • maior nota no conteúdo
    de Conhecimentos Específicos;

  • o mais idoso.

2.1.3 em observância
à Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, os candidatos por
ela amparados terão critério de desempate diferenciado.

XIII
Da Contratação

1. A admissão no emprego obedecerá, rigorosamente, à
ordem do Resultado Final dos candidatos aprovados e às
disposições legais pertinentes, considerando ainda o
resultado dos beneficiários da Lei n.º 2.111/94.

2. As convocações para admissão são de
responsabilidade da Companhia Municipal de Limpeza Urbana –
COMLURB.

3. No ato da admissão, o candidato deverá comprovar a
qualificação essencial exigida para o ingresso no
emprego, conforme o constante no item 2 e seus subitens do inciso I.

4. Os candidatos convocados para contratação prestarão
os exames pré-admissionais, que constam de 3 (três)
fases eliminatórias, para as quais não caberá a
impetração de recursos, sob nenhuma hipótese:

1ª fase: apresentação de documentos que comprovem
os requisitos exigidos para inscrição e contratação.

2ª fase: avaliação médica.

3ª fase: adequação ao perfil funcional.

5. Por ocasião da admissão, serão exigidos dos
candidatos os seguintes documentos:

  1. comprovante de inscrição no Concurso;

  2. duas fotos 3×4 (iguais), coloridas e recentes;

  3. original e cópia dos seguintes documentos:

    • comprovante da qualificação exigida;

    • Carteira de Trabalho (CTPS);

    • Carteira de Identidade;

    • CPF;

    • Título de Eleitor e último comprovante de votação;

    • Certificado de Reservista, se do sexo masculino;

    • Certidão de Casamento (se casado) ou Certidão de
      Nascimento (se solteiro);

    • PIS ou PASEP;

    • declaração de não exercer emprego/emprego na
      Administração Pública Direta ou Indireta,
      inclusive Fundações instituídas ou mantidas
      pelo Poder Público, Empresas Públicas e Sociedades de
      Economia Mista Federal, Estadual ou Municipal, excetuados os casos
      previstos em lei;

    • comprovante de vacinação de filhos até 7
      (sete) anos de idade e/ou declaração de freqüência
      escolar dos filhos que tenham entre 7 (sete) e 14 (quatorze) anos;

    • Certidão de Nascimento de filhos menores de 18 anos(homem) e
      21 anos (mulher);

    • comprovante de residência em seu nome (última conta de
      luz, gás, água ou telefone), onde conste seu endereço
      completo, inclusive CEP.

6. Os documentos citados no item 6 serão exigidos, apenas, dos
candidatos aprovados e convocados para admissão, não
sendo aceitos protocolos.

7. Caso a COMLURB venha a verificar, após a contratação
que o candidato omitiu ou falseou alguma informação
essencial durante a admissão, este será demitido por
justa causa.

XIV Das Disposições
Finais

1. O certame será regulado por
este Edital, organizado e executado pela Subsecretaria de Estudos e
Pesquisas em Administração Pública da Secretaria
Municipal de Administração.

2. A Subsecretaria de Estudos e
Pesquisas em Administração Pública não se
responsabiliza pela venda de apostilas referentes ao concurso.

3. A aprovação no
concurso assegurará apenas a expectativa de direito à
nomeação. A Administração Superior
reserva-se o direito de proceder às nomeações em
número que atenda ao interesse e às necessidades do
serviço, de acordo com a disponibilidade orçamentária
e dentro do prazo de validade do concurso.

4. A qualquer tempo poder-se-á
anular a inscrição, prova ou convocação
do candidato, desde que verificadas falsidades de declarações
ou irregularidades na prova ou documentos.

5. A Classificação Final
do Concurso será homologada pelo Diretor Presidente da
Companhia Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB, sendo os atos
respectivos publicados no D.O. RIO.

6. O prazo de validade do concurso será
de 2 (dois) anos, contado a partir da data de publicação
do despacho da homologação do certame, podendo ser
prorrogado por igual período, a critério da Superior
Administração.

7. Todas as convocações,
avisos e resultados serão publicados, exclusivamente, no
Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro – D.O.
RIO, devendo o candidato habilitado acompanhar todas as publicações
referentes ao certame.

8. Não será investido no
emprego o candidato que, na condição de ex-servidor
tenha, nos últimos cinco anos, sido demitido de emprego
público municipal, tido sua aposentadoria cassada por danos ao
serviço público, ou tido contrato de trabalho com esta
Municipalidade rescindido por justa causa, conforme o disposto no
Decreto Municipal n.º 17930/99.

9. Os candidatos aprovados farão
parte do banco de concursados, suscetível de aproveitamento
durante o período de validade do concurso, em qualquer Órgão
da Administração Pública Municipal, conforme a
necessidade definida pela Administração Superior e se
compatível com o regime trabalhista pertinente – CLT.

10. O candidato é responsável
pela atualização de endereço residencial durante
a realização do concurso junto à Subsecretaria
de Estudos e Pesquisas em Administração Pública
e, após a homologação, junto à Companhia
Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB. Para alteração
do endereço na COMLURB, o candidato deverá agendar a
entrega do comprovante de residência do novo endereço
pelo telefone 2204-9999 (Tele-atendimento ao Cliente Cidadão).
A não atualização poderá gerar prejuízos
ao candidato, sem nenhuma responsabilização para a
Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
Pública e para a Companhia Municipal de Limpeza Urbana -
COMLURB ;

10.1- A Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
Pública e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana –
COMLURB não se responsabilizarão nos casos decorrentes
de:

- endereço
não atualizado;

- endereço
de difícil acesso;

- correspondência devolvida por razões diversas de
fornecimento e/ou endereço errado do candidato;

-
correspondência recebida por terceiros.

  1. Serão da inteira
    responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da
    não-atualização de seu endereço, na
    forma do item 10 e subitem 10.1.

12. As dúvidas oriundas das
informações contidas neste Edital, poderão ser
dirimidas na Subsecretaria de Estudos e Pesquisas em Administração
Pública da Secretaria Municipal de Administração,
Rua Afonso Cavalcanti nº 455, Anexo, 9º andar – Ala A -
Cidade Nova/RJ, de 2ª a 6ª feira, das 10h às 16h;
através do telefone 2293-8000 ou, pela internet, através
do e-mail crs.sma@pcrj.rj.gov.br.

13. Quaisquer alterações
nas regras fixadas neste edital somente poderão ser feitas por
meio de outro edital.

14. Os casos omissos serão
submetidos à apreciação do Secretário
Municipal de Administração, de comum acordo com o
Diretor Presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana –
COMLURB.

Rio de Janeiro, 05 de
março de 2008.

Wagner
Siqueira

Secretário
Municipal de Administração

C O N T E
Ú D O P R O G R A M Á T I C O

NÍVEL
FUNDAMENTAL

AUXILIAR DE ENFERMAGEM
DO TRABALHO

LÍNGUA
PORTUGUESA

1.
Compreensão de texto contemporâneo. 2.
Estruturas de diferentes tipos de texto. 3. Variação
lingüística. 4. Estrutura e formação
de palavras. 5. Adequação vocabular. 6.
O
sistema ortográfico do português: emprego de letras. 7.
Acentuação gráfica. 8.
Emprego das diversas classes de palavras. 9.
Concordância verbal e nominal. 10. Regência
verbal e nominal. 11. Colocação de termos na
oração – ordem direta e inversa. 12.
Figuras de linguagem. 13. Características gerais dos
textos.

OBS.
A prova de língua portuguesa não dará prioridade
ao conhecimento de termos técnicos ou à citação
de regras gramaticais, mas sim à consciência dos
candidatos no uso da língua.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

Gramática
Normativa da Língua Portuguesa
. Rocha Lima. José
Olympio Editora, 20ª edição, 1979.

Gramática
Contemporânea da Língua Portuguesa
. José de
Nicola e Ulisses Infante, Ed. Scipione, 1999.

Gramática
da Língua Portuguesa
. Celso Ferreira da Cunha, MEC/
FENAME, 4ª ed. RJ, 1977

Português:
Linguagens.
William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães,
Atual Editora. Coleção de 5ª a 8ª séries.

CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS

1-
Saúde Pública e Saúde do Trabalhador:

Política nacional de saúde; atenção à
saúde no trabalho e níveis de intervenção;
meio ambiente e saneamento; programa nacional de imunização;
programa nacional de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus.
2- Epidemiologia: História natural da doença e
níveis de prevenção; vigilância
epidemiológica aplicada em saúde do trabalhador. 3-
Vigilância Sanitária, Biossegurança e Controle de
Infecção:
Conceitos; medidas de prevenção
e controle. 4- Ergonomia: conceito e evolução;
características do posto de trabalho; cargas de trabalho;
avaliação do trabalho. 5- Acidente do trabalho e
doenças profissionais:
conceitos; legislação;
classificação; medidas de controle e prevenção.
6- Enfermagem do trabalho: Aspectos históricos;
estrutura e finalidade dos serviços especializados em saúde
e segurança no trabalho; aspectos éticos e legais do
exercício da enfermagem; competências e atribuições
da equipe de enfermagem do trabalho; integração da
enfermagem do trabalho nos programas de saúde ocupacional. 7-
Atendimento de enfermagem ao trabalhador:
Prioridades, princípios
científicos e procedimentos de enfermagem nos diferentes
processos de agravos à saúde do trabalhador, inclusive
em situações de emergência.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ARAÚJO,
M. J. B. Ações de enfermagem em saúde pública
e em doenças transmissíveis.
Rio de Janeiro:
Bezerra de Araújo, 1990.

ARAÚJO,
M.J.B. Técnicas Fundamentais de Enfermagem. 15. ed.
RiodeJaneiro:M.J.Bezerra de Araújo Editora, 1996.

ARAÚJO,
M. J. B. Ações do Socorrista no Socorro de Urgência.
Rio de Janeiro: M.J. Bezerra de Araújo Editora, 1994.

BRASIL.
Ministério do Trabalho. Segurança e Medicina do
Trabalho.
Manuais de legislação. 59. ed. São
Paulo: Atlas, 2006.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Lei orgânica da saúde.
Lei no 8.080
, de 19 de setembro de 1990. Brasília:
Assessoria de Comunicação Social, 1991.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Manual de Condutas –
Exposição ocupacional a material biológico:
hepatite e HIV
. Coordenação Nacional de DST e AIDS.
Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Manual de normas de vacinação.
3. ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde,
2001.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Caderno de Atenção
Básica;16. Hipertensão Arterial para o Sistema Único
de Saúde.
Brasília: Ministério da Saúde,
2006.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Manual Técnico para o
Controle da Tuberculose.
Brasília: Ministério da
Saúde, 2002.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à
Saúde, Coordenação-Geral das Unidades
Hospitalares Próprias do Rio de janeiro. Orientações
gerais para Central de Esterilização
. –
Brasília: Ministério da saúde, 2001.

BRASIL.
Ministério da Saúde. Fundação Nacional de
Saúde Epidemiológica. Sociedade Brasileira de
Pneumologia e Tisiologia. Controle da tuberculose: uma proposta de
integração ensino-serviço
. Rio de Janeiro:
FUNASA/CRPHF/SBPT, 2002.

BULHÕES,
Ivone. Riscos do trabalho de enfermagem. 2. Ed. Rio de
Janeiro, 1998.

CARVALHO,
G. M. Enfermagem do Trabalho. São Paulo: EPU, 2001.

COSTA,
M. A. F. et al. Biossegurança: ambientes hospitalares e
odontológicos. São Paulo: Livraria Santos, 2000.

LEI
No 7.498/86. Dispõe sobre a regulamentação
do exercício da enfermagem.
Publicada no D.O.U. de
26/06/1986.

LIMA,
Ildemira Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de
Enfermagem
. 6. ed. Goiás : Editora AB, 2006.

RIBEIRO
C. JR. Manual Básico de Socorro de Emergência. 2.
ed. São Paulo: Ed.Atheneu, 2007.

SKELLEY,
E.G. Medicação e matemática na enfermagem.
São Paulo. EPU, 1997.

NÍVEL
MÉDIO

ASSISTENTE TÉCNICO
ADMINISTRATIVO – A

LÍNGUA
PORTUGUESA

1.
Compreensão de texto contemporâneo. 2. Coerência
e coesão textual. 3. Variação
lingüística.
4. O sistema ortográfico
do português: emprego de letras. 5. Acentuação
gráfica. 6. Estrutura e formação
de palavras.
7. Emprego das classes gramaticais. 8.
Valor semântico e emprego de conectivos. 9. Valores
da coordenação e da subordinação. 10.
Sintaxe de concordância: concordância gramatical,
atrativa e ideológica. 11. Sintaxe de regência; o
fenômeno da crase. 12. Sintaxe de colocação:
deslocamento e valor semântico-gramatical; posição
do pronome átono. 13. Emprego dos sinais de pontuação;
a pontuação expressiva. 14. Figuras
de linguagem.
15. Gêneros de
texto.

OBS.
A prova de língua portuguesa não dará
prioridade ao conhecimento de termos técnicos ou à
citação de regras gramaticais, mas sim à
consciência dos candidatos no uso da língua.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

Gramática
Normativa da Língua Portuguesa
. Rocha Lima. José
Olympio Editora, 20ª edição, 1979.

Gramática
Contemporânea da Língua Portuguesa
. José de
Nicola e Ulisses Infante, Ed. Scipione, 1999.

Gramática
da Língua Portuguesa
. Celso Ferreira da Cunha , MEC/
FENAME, 4ª ed. RJ, 1977.

Português:
Linguagens.
William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães,
Atual Editora. Coleção do Ensino Médio.

CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS

1.Técnicas
de atendimento: relações humanas, relações
públicas. 2.Atividades de protocolo, recepção,
classificação, registro e distribuição.
Noções de arquivamento e documentação. 3.
Noções de administração de pessoal,
organização e controle de dados de pessoal, 4.
Noções de controle orçamentário,
registros contábeis, pagamento de despesas 5. Noções
de administração de materiais: recebimento, guarda,
conservação, distribuição, classificação,
catalogação, controle e inventário de estoque,
Noções de administração patrimonial 6.
Noções de Organização, Métodos e
Sistemas: instrumentos de levantamento de informações,
análise de processos, distribuição do trabalho,
análise e desenho de formulários, organograma, 7.
Administração pública, serviço público,
orçamento público, receita e despesa pública. 8.
Cidadania e ética.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ARAUJO, Luiz C.G. de. Organização,
sistemas e métodos. Atlas: Rio de Janeiro, 2001.

ARRUDA, Maria C. & outros.
Fundamentos da ética empresarial e econômica. Atlas: Rio
de Janeiro, 2001.

CHIAVENATO. Idalberto. Introdução
à teoria geral da administração. Campus: Rio de
Janeiro, 1999.

_____. Gerenciando pessoas. Makron
Books: S. Paulo, 1997

DIAS. Marco Aurélio.
Administração de materiais. Atlas: Rio de Janeiro, 1986

FELGUEIRAS, José Antônio.
Contabilidade pública. Freitas Bastos Editora: Rio de Janeiro,
2007.

GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração
de materiais. Campus: Rio de Janeiro, 2004

KOHAMA, Heilio. Contabilidade Pública. S.
Paulo: Atlas, 1998

LOPES, Luiz Carlos. A informação e os
arquivos: teorias e práticas

MANNRICH. CLT, Revista dos tribunais: Rio de Janeiro,
2005

MARTINS, Petrônio & ALT, Paulo R.
Administração de materiais e recursos patrimoniais. Rio
de Janeiro: Saraiva, 2000.

MORAES, Elias de. Gerenciando a qualidade. Goiânia:
Kelps, 2002.

NASH, Laura. Ética nas empresas. S. Paulo:
Makron Books, 2001.

NOVAES, Antônio G. Logística e
gerenciamento da cadeia de distribuição. Campus: Rio de
Janeiro, 2004.

PEREIRA, Anna Maris. Introdução à
administração. Pearson: S. Paulo, 2004

PRADO, Heloisa A. A técnica de arquivar. LTC:
Rio de Janeiro, 1980

SEGAL, Marcelo. CLT anotada. Impetus: Rio de Janeiro,
2008.

SERSON, José. Curso de rotina trabalhista. RT:
S. Paulo, 1995

SILVA, Reinaldo da. Teorias da administração.
Rio de Janeiro: Pioneira, 2001

TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e
responsabilidade social corporativa. Rio de Janeiro: Atlas, 2002

WELSCH,
Glenn. Orçamento empresarial. Atlas: S. Paulo, 1990

MATEMÁTICA

1.
Operações com números reais. 2. Múltiplos
e divisores: MDC e MMC. 3. Sistemas legais de medida. 4.
Proporcionalidade: Razão e proporção; Divisão
proporcional. Porcentagem. 5. Médias: aritmética,
geométrica e ponderada. 6. Cálculo Algébrico:
Produtos Notáveis, fatoração, equações
e sistemas do 1º e 2º graus. 7. Funções
algébricas: Função polinomial do 1º e 2º
grau; função exponencial; função
logarítmica. Propriedades dos logaritmos. 8.
Progressões: Aritmética e Geométrica. 9.
Matrizes: Representação, interpretação e
operações. 10. Cálculo Combinatório:
Princípio Multiplicativo, agrupamentos, permutações
e combinações. 11. Probabilidade: Cálculo
de probabilidade em espaços amostrais equiprováveis,
probabilidade da união de dois eventos, probabilidade de dois
eventos simultâneos ou sucessivos. 12. Prismas e
cilindros: cálculo de áreas e volumes. 13.
Estatística: Variáveis, freqüência absoluta
e freqüência relativa, gráficos, histogramas,
medidas de tendência central, medidas de dispersão.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

Bianchini,
Edwaldo – Matemática – 6ª edição –
Editora Moderna – 2006

Dante,
Luiz Roberto – Tudo é Matemática – 2ª
edição – Editora Ática – 2005

Di
Pierro Netto, Scipione – Quanta: Matemática – 3ª
edição – Editora Saraiva – 2005

Silva,
Jorge Daniel – Matemática Para o Ensino Médio –
1 edição – IBEP – 2005

Iezzi,
Gelson e outros – Matemática – 4ª edição
– Atual Editora – 2007

NOÇÕES
DE INFORMÁTICA

1. Microinformática. Noções básicas
de hardware. Memória. Mídias. Armazenamento de
Dados. Dispositivos de entrada e saída. 2. Ambiente Windows:
Noções básicas de Windows 2000
e XP. 3. Editor de Texto: conceitos básicos sobre o Word do
pacote MS Office. 4. Planilha Eletrônica: conceitos básicos
sobre o Excel do pacote MS Office. 5. Banco de
Dados: conceitos básicos sobre o Access do pacote Ms Office.
6.
Internet
e Web: conceitos básicos, browsers Internet Explorer e
Firefox, uso dos recursos.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

CANTALICE, Wagner. Manual do Usuário, Brasport, 2006.

COSTA, Renato da. Informática para Concursos: guia prático,
Érica, 2006.

MANZANO, João Carlos N. G., MANZANO, André Luiz N. G.
Estudo dirigido de Microsoft Windows XP. 7ª ed., Érica,
2007.

SAWAYA,
Márcia Regina. Dicionário de Informática e
Internet: Inglês/Português, Nobel, 2003.

TANENBAUM,
A. S. Redes de Computadores, tradução da 4ª
edição americana, Campus, 2003.

TORRES, G. Hardware –
Curso Completo,
4ª edição, Axcel, 2001.

VELLOSO,
F. C. Introdução à Informática –
Conceitos,
7ª edição,
Campus, 2003

Manuais
Técnicos e Ajuda/Help de Software.

Sites
na Internet.

TÉCNICO DE
SEGURANÇA DO TRABALHO

LÍNGUA
PORTUGUESA

1.
Compreensão de texto contemporâneo. 2. Coerência
e coesão textual. 3. Variação
lingüística.
4. O sistema ortográfico
do português: emprego de letras. 5. Acentuação
gráfica. 6. Estrutura e formação
de palavras.
7. Emprego das classes gramaticais. 8.
Valor semântico e emprego de conectivos. 9. Valores
da coordenação e da subordinação. 10.
Sintaxe de concordância: concordância gramatical,
atrativa e ideológica. 11. Sintaxe de regência; o
fenômeno da crase. 12. Sintaxe de colocação:
deslocamento e valor semântico-gramatical; posição
do pronome átono. 13. Emprego dos sinais de pontuação;
a pontuação expressiva. 14. Figuras
de linguagem.
15. Gêneros de
texto.

OBS.
A prova de língua portuguesa não dará
prioridade ao conhecimento de termos técnicos ou à
citação de regras gramaticais, mas sim à
consciência dos candidatos no uso da língua.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

Gramática
Normativa da Língua Portuguesa
. Rocha Lima. José
Olympio Editora, 20ª edição, 1979.

Gramática
Contemporânea da Língua Portuguesa
. José de
Nicola e Ulisses Infante, Ed. Scipione, 1999.

Gramática
da Língua Portuguesa
. Celso Ferreira da Cunha , MEC/
FENAME, 4ª ed. RJ, 1977.

Português:
Linguagens.
William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães,
Atual Editora. Coleção do Ensino Médio.

CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS

1.
Introdução à Engenharia de Segurança do
Trabalho:
Histórico; 2. Segurança e Saúde
no Trabalho nos Diplomas Legais Vigentes no País:
Constituição
da República Federativa do Brasil, de 1988; Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT; Normas Regulamentadoras de
Segurança e Medicina do Trabalho, aprovadas pela Portaria MTb
3.214, de 08 de junho de 1978, e suas alterações;
Normas vigentes na ABNT referentes à Segurança e Saúde
no Trabalho; Normas vigentes na FUNDACENTRO referentes à
Segurança e Saúde no Trabalho; 3. Segurança e
Saúde no Trabalho – Normas Internacionais – OIT -

Convenção 81 – Inspeção do Trabalho
(Decreto 95.461, de 11 de dezembro de 1987); Convenção
139 – Prevenção e Controle de Riscos Profissionais
Causados pelas Substâncias ou Agentes Cancerígenos
(Decreto 157, de 2 de julho de 1991); Convenção 148 -
Proteção dos Trabalhadores contra os Riscos
Profissionais devidos à Contaminação do Ar, ao
Ruído, às Vibrações no Local de Trabalho
(Decreto 93.413, de 15 de outubro de 1986); Convenção
155 – Segurança e Saúde dos Trabalhadores (Decreto
1.254, de 29 de setembro de 1994); 4. Higiene e Medicina do
Trabalho -
Agentes ambientais físicos, químicos e
biológicos. Antecipação, reconhecimento,
avaliação e controle dos riscos ambientais. Análise
de elementos insalutíferos e periculosos. Fisiologia do
trabalho. Toxicologia. Doenças do trabalho. Epidemiologia
geral. Epidemiologia das doenças profissionais no Brasil.
Aspectos toxicológicos e sua prevenção.
Iluminação. Calor e frio. 5. Segurança e
Saúde no Trabalho -
Conceito de acidente do trabalho.
Causas de acidentes do trabalho. Custos do acidente. Registro,
análise e prevenção de acidentes do trabalho.
Equipamentos de proteção individual e coletiva
(EPI/EPC). Sistemas de proteção coletiva (SPC). Análise
e comunicação de acidentes do trabalho. Avaliação
e controle de riscos profissionais. Medidas técnicas e
administrativas de prevenção de acidentes; Primeiros
socorros. Recuperação de acidentados. Programa de
Prevenção de Riscos ambientais (PPRA). Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Serviço
Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho – SESMT 6. Psicologia e Segurança do Trabalho -
Bases do comportamento humano. Ajustamento no trabalho. Planos
promocionais. Motivação e treinamento de pessoal.
Aspectos psicológicos do acidente do trabalho; 7. Segurança
do Trabalho referente a:
Ferramentas manuais portáteis.
Máquinas e equipamentos. Motores e bombas. Equipamentos de
pressão. Soldagem e corte. Caldeiras e vasos sob pressão.
Instalações e serviços em eletricidade. Cores e
sinalização. Ventilação industrial.
Segurança na construção civil. Espaços
confinados. 8. Ruídos - Fundamentos e controle. Ondas
acústicas. Efeitos do ruído e vibrações
no homem. Instrumentação para medições e
análise de ruído. Isolamento de ruído. Acústica
de ambientes fechados. Protetores auriculares. Unidades e grandezas.
9. Ergonomia - Histórico e definição.
Aspectos sensoriais. Aspectos específicos de projetos e
instrumentos. Aspectos motores e energéticos. A ergonomia e a
prevenção de acidentes. Antropometria. Organização
ergonômica do trabalho em ambientes de produção.
Organização ergonômica do trabalho em ambientes
de escritórios. L.E.R./D.O.R.T. Levantamento de peso. 10.
Tecnologia e Prevenção no Combate a Sinistros -
Segurança patrimonial. Legislação de
segurança patrimonial. Proteção, Prevenção
e combate a incêndios. Proteção passiva e ativa.
Sinistros. Explosão e explosivos. 11. Prevenção
e Controle de Perdas –
Fundamentos. Metodologia e controle
de perdas. Controle de registros de acidentes. Estatística.
Análise de sistemas de perdas e desperdícios de
materiais. Fatores econômicos do programa de prevenção
de perdas. Acidentes fora do trabalho. 12. Proteção
do Meio Ambiente
. Poluição e poluentes. Tratamento
e/ou eliminação de resíduos. Fenômenos
relativos a poluição atmosférica. Mudanças
climáticas. Cenário ambiental nacional e internacional.
Decreto 1413 de 14 de agosto de 1975; Decreto 76389 de 03 de outubro
de 1975. Protocolo de Quioto.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

Brevigliero,
Ezio; Possebon, José e Spinelli, Robson. Higiene Ocupacional -
Agentes Físicos, Químicos e Biológicos. 2ª
Ed. Editora SENAC, 2008.

Burgess,
W.A.. Identificação de possíveis riscos à
saúde do trabalhador nos diversos processos industriais. Trad.
Ricardo Baptista. Tradução da 2ª Ed. Belo
Horizonte: Ergo Editora, 1997.

Campos,
A. A. M.. Cipa – Comissão Interna de Prevenção
de Acidentes: uma nova abordagem. São Paulo: SENAC-SP, 1999.

Couto,
H. A.; Nicoletti, S. J.; Lechi, O. Como gerenciar a questão
da L.E.R./D.O.R.T: lesões por esforços repetitivos,
distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. Belo
Horizonte: Ergo Editora, 1998.

Creder,
Hélio. Instalações Elétricas. 8ª Ed.
Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos,
1983.

Giannetti,
B. F., Almeida, Cecília M. V. B. de. Ecologia Industrial:
Conceitos, ferramentas e aplicações. 1ª Ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2006.

Iida,
Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2ª Ed.
Revisada. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.

Lima
Filho, V. R., Campos, A. A. M., Tavares, J. C.. Segurança do
Trabalho com Máquinas, Ferramentas e Equipamentos. São
Paulo: SENAC-SP, 1999.

Michel,
Oswaldo. Controle do Uso de Produtos Perigosos Causadores de
Dependência e Lesões entre os Trabalhadores. São
Paulo: LTr, 2001.

Moraes
de Araújo, Giovanni. Normas Regulamentadoras Comentadas. 6ª
Ed. Editora GVC, 2007.

Moraes
de Araújo, Giovanni. Sistema de Gestão Ambiental. 1ª
Ed. Editora GVC, 2005.

Patnaik,
Pradyot. Guia Geral – Propriedades nocivas das substâncias
químicas. Trad. Ricardo Baptista. 1ª edição
em português. Belo Horizonte: Ergo Editora, 2002. Volume 1 e 2.

Saliba,
T. M. e Saliba, S. C. R.. Legislação de Segurança,
Acidente do Trabalho e Saúde do Trabalhador. 1ª Ed. São
Paulo: LTr, 2002.

Segurança
e Medicina do Trabalho. Manual de Legislação Atlas. 61ª
ed. São Paulo: Atlas, 2007.

Seki,
C. T. ET alii.
Manual de primeiros socorros nos acidentes de
trabalho. 3ª Ed. São Paulo: Fundacentro, 1993.

Tavares,
J. C.. Tópicos de Administração Aplicada á
Segurança do Trabalho. Série Apontamentos. São
Paulo: SENAC-SP, 1995.

NÍVEL
SUPERIOR

LÍNGUA
PORTUGUESA (para todos os cargos de nível superior)

1.
Compreensão de texto contemporâneo. 2. Coerência
e coesão textual. 3. Variação
lingüística.
4. O sistema ortográfico
do português: emprego de letras. 5. Acentuação
gráfica. 6. Estrutura e formação
de palavras.
7. Emprego das classes gramaticais. 8.
Valor semântico e emprego de conectivos. 9. Valores
da coordenação e da subordinação. 10.
Sintaxe de concordância: concordância gramatical,
atrativa e ideológica. 11. Sintaxe de regência; o
fenômeno da crase. 12. Sintaxe de colocação:
deslocamento e valor semântico-gramatical; posição
do pronome átono. 13. Emprego dos sinais de pontuação;
a pontuação expressiva. 14. Figuras
de linguagem.
15. Gêneros de
texto.

OBS.
A prova de língua portuguesa não dará
prioridade ao conhecimento de termos técnicos ou à
citação de regras gramaticais, mas sim à
consciência dos candidatos no uso da língua.

CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS

ARQUIVOLOGISTA

1.
A Arquivologia como campo científico. 2. História da
Arquivologia e dos arquivos. 3. Documento arquivístico:
conceitos, tipologia e características. 4. Arquivo: conceitos,
natureza, funções. 6. Gestão de documentos. 6.1
Conceito de gestão de documentos. 6.2 A teoria das 3 idades.
6.3 Fundamentos teóricos e metodológicos de organização
e classificação de documentos arquivísticos.
6.4. Princípios da Gestão de documentos correntes e
intermediários. 6.5. Princípios da Gestão de
documentos eletrônicos. 6.6. Avaliação de
documentos. 6.7.Transferência e recolhimento de documentos. 7.
Arranjo e descrição arquivística. 9. Elaboração
de instrumentos de pesquisa. Normas nacionais e internacionais de
descrição arquivística. 10.Estudo de usos e
usuários da informação em arquivos.
11.
Planejamento e gestão de serviços arquivísticos.
12. Formulação,
implementação e avaliação de
Políticas
arquivísticas.
13.
As instituições arquivísticas brasileiras. 14.
Associações nacionais e internacionais na área
arquivística. 15. Legislação arquivística
brasileira. 16. Preservação documental em arquivos. 17.
Reprodução de documentos em arquivos.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

ALBITE,
Sérgio Conde de Albite Silva. A preservação da
informação na Arquivística contemporânea.
Arquivo & Administração. Rio de Janeiro:
Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5, n.2, p
41-56, 2006.

ARQUIVO
NACIONAL(Brasil). Manual de identificação de
acervos documentais para transferência e/ou recolhimento aos
arquivos públicos.
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1985.
79 p. (Publicações Técnicas;40)

____.
Gestão de documentos: conceitos e procedimentos
básicos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional .1995. (Publicações
técnicas, 47).

____.
Dicionário brasileiro de terminologia Arquivística.
Rio de Janeiro:Arquivo Nacional, 2005. 232p. (Publicações
técnicas nº 51)

____.
Acervo: revista do Arquivo Nacional, Rio de Janeiro: Arquivo
Nacional, v.20,n.1-2, (jan./dez, 2007)

ASSOCIAÇÃO
DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES. Manual de arranjo e descrição
de arquivos.
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1975.

BECK,
Ingrid. Dois aspectos da formação em preservação
documental. Arquivo & Administração. Rio de
Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5,
n.2, p 43-52, 2006.

BELLOTO,
H.L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. 2. ed. Rio
de Janeiro: Ed. da FGV, 2004.

BERNARDES,
Ieda Pimenta.
Como avaliar documentos de arquivo.
São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial, 1998. (Como
fazer, 1)

BERTOLETTI,
Esther Caldas. Como fazer programas de reprodução de
documentos de arquivo.
São Paulo: Arquivo do Estado, 2002.
48 p. il. Projeto Como Fazer; v.7. Disponível
em:
http://www.saesp.sp.gov.br/cf7.html.
Acessado em 01 de março de 2008.

CASSARES,
Norma Cianflone; MOI, Claudia. Como fazer conservação
preventiva em arquivos e bibliotecas.
São Paulo:
Arquivo do Estado, 2000. 80 p. il. Projeto Como Fazer; v.
5.
http://www.saesp.sp.gov.br/cf5.html
. Acessado em 01 de março de 2008

Conselho
Nacional de Arquivos.
Classificação,
temporalidade e destinação de documentos de arquivo
relativos às atividades-meio da administração
pública
. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2001. 156p.

____.NOBRADE:
Norma brasileira de descrição arquivística. Rio
de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. 124p.

____.
Legislação arquivística brasileira.
Arquivo Nacional. Disponível em:
www.conarq.arquivonacional.gov.br.Acessado
em 12 de novembro de 2007.

____.
Modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão
arquivística de documentos e–ARQ Brasil. Arquivo
Nacional (versão I)
Disponível em:
www.conarq.arquivonacional.gov.br.
Acessado em 12 de novembro de 2007.

CONSELHO
INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISAAR(CPF): norma internacional de
registro de autoridade arquivística para entidades coletivas,
pessoas e familías / tradução de Vitor Manuel
Marques da Fonseca.2. ed, Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004.

CONSELHO
INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISAD(g): norma geral internacional
de descrição arquivística: segunda edição,
adotada pelo Comitê de Norma e descrição,
Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999, versão
final aprovada pelo CIA – Rio de Janeiro: Arquivo Nacional,
2001.Disponível em:
www.conarq.arquivonacional.gov.br.
Acessado em 12 de novembro de 2007.

DUCHEIN,
Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios
teóricos e problemas práticos. Arquivo &
Administração
, Rio de Janeiro: Associação
dos Arquivistas Brasileiros v.10-14, n.1, p.14-33,
abr.1982/ago.1986

DURANTI,
Luciana. Registros Documentais Contemporâneos. Estudos
Históricos
, Rio de Janeiro, v. 7,n. 13, jan.-jun., 1994

____.
Rumo a uma teoria arquivística de preservação
digital: as descobertas conceituais do Projeto InterPares. Arquivo
& Administração
, Rio de Janeiro, v.4n.1,
p.5-18, 2005.

FONSECA,
Maria Odila. Informação e direitos humanos: acesso às
informações arquivísticas. Ci. Inf.
Brasília, v. 28. n. 2, 1999 p. 146-155.

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Arquivologia e Ciência da Informação. Rio
de Janeiro: Editora da FGV, 2005.

FONSECA,
Maria Odila; JARDIM, José Maria.. Arquivos. In: CAMPELLO,
Bernadete Santos; CALDEIRA, Paulo da Terra; MACEDO, Vera Amália
Amarante. (Org.). Formas e Expressões do Conhecimento:
introdução às fontes de informação.
Belo Horizonte, 1998, p. 367-390

____;____.
Estudos de usuários em arquivos: em busca de um estado da
arte. Datagramazero (Rio de Janeiro), v. 5, n. 5, p. 10-15,
2004.

Gonçalves,
Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São
Paulo: Arquivo do Estado, 1998.

JARDIM,
José Maria. O conceito e a prática da gestão de
documentos.
Acervo:
Revista do Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, v.2, n.2, jul-dez.1987,
p.35-42.

____.
Sistemas e políticas públicas de arquivos no
Brasil
. Niterói: EDUFF, 1995.

____.
Transparência e Opacidade do Estado no Brasil: usos e de
usos da informação governamental. Niterói:
EDUFF, 1999.

____.
O inferno das boas intenções: legislação
e políticas arquivísticas. In: Acesso à
informação e política de arquivos
. Rio de
Janeiro: Arquivo Nacional, p. 36-46, 2004.

____.Políticas
públicas arquivísticas: princípios, atores e
processos. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro:
Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5,
n.2, p.5- 16, 2006.

LOPES,
Luis Carlos. A informação e os arquivos: teorias
e práticas. Niterói: EDUFF,1996.

MARCONDES,
Carlos Henrique de. Informação arquivística,
estrutura e representação computacional. Arquivo &
Administração
, Rio de Janeiro:Associação
dos Arquivistas Brasileiros,v.1,n.2,p.17-32,1998.

OLIVEIRA,
Lucia Maria Velloso de. O usuário
como agente no processo de transferência dos conteúdos
informacionais arquivísticos
. Orientador: José
Maria Jardim. Rio de Janeiro, UFF/IBICT, 2006. Dissertação
(Ciência da Informação)

Disponível
em:
http://www.uff.br/ppgci/Dissertacao%20Lucia%20Oliveira.pdf
acessado em 01 de março de 2008.

____.
Os usuários da informação arquivística.
Arquivo & Administração. Rio de Janeiro:
Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5, n.2, p
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PAES,
Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. Rio de
Janeiro: FGV, 1986.

____.
Arquivos correntes, o calcanhar de Aquiles da Arquivologia. Acervo,
Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p. 17-21, jan-jun. 1987.

ROCHA,
Claudia Lacombe; SILVA, Margareth da. Carta para a preservação
do patrimônio arquivístico digital brasileiro. Arquivo
& Administração
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RONDINELLI,
Rosely Curi. Gerenciamento arquivístico de documentos
eletrônicos:
uma abordagem teórica da diplomática
arquivística contemporânea. Rio de Janeiro: Editora FGV,
2002. 160 p.

RONDINELLI,
Rosely Curi; ROCHA, Claudia Lacombe. Gestão arquivística
e preservação de documentos digitais no Brasil: estado
da arte. Arquivo & Administração. Rio de
Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5,
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ROUSSEAU,J.Y.,
COUTURE,C. Os Fundamentos da Disciplina Arquivística.
Publicações Dom Quixote : Lisboa, 1998.

SÁ,
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interface:
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http://www.coc.fiocruz.br/producao/arquivos/TrabABARQ.pdf
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SANTOS,
Vanderlei Batista dos. Gestão de documentos eletrônicos:
uma visão arquivística. Brasília : ABARQ, 2002.
140p. Il.

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Arquivística: temas contemporâneos. Distrito
Federal: SENAC, 2007. Distrito Federal, 2007.

SCHELENBERG,T.R..
Documentos Públicos e Privados: arranjo e descrição.
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1963

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Arquivos Modernos. Rio de Janeiro: FGV, 2003.

SILVA,
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Ciência da Informação. Porto: Edições
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Renato Tarciso Barbosa. Classificação de documentos
arquivísticos: trajetória de um conceito. Arquivística.
Net, v.2,n.2, 2006.Disponível em:
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=64&layout=abstract
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SOUZA,
Renato Tarciso Barbosa. Os princípios da teoria da
classificação e o processo de organização
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Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros,
v.6, n.1, p 5-26, 2007.

THOMASSEN,
Theo. Uma primeira introdução à Arquivologia.
Arquivo & Administração. Rio de Janeiro:
Associação dos Arquivistas Brasileiros, v.5, n.1, p
5-16, 2006.

WATERS,
Donald J. Do microfilme à imagem digital. Rio de
Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas
e Arquivos/Arquivo Nacional, 1997.

ASSISTENTE SOCIAL

1. Trabalho e Política Social
no Brasil: 1.1. O trabalho no contexto da globalização
e da reestruturação produtiva. 1.2. Questão
Social e Políticas Sociais no Brasil: sociedade civil e
Terceiro Setor. 2. Serviço Social e Projeto-Ético-Político:
2.1. O Serviço Social na contemporaneidade e os desafios da
intervenção profissional. 2.2. O Código de Ética
e a Lei de Regulamentação da Profissão. 3. O
Serviço Social na Empresa – A Intervenção
do Assistente Social na Empresa. 3.1 Estratégias, instrumentos
e técnicas utilizados pelo Assistente Social: documentação,
parecer, trabalho sócio-educativo e entrevista. 3.2 Saúde
Mental e Dependência Química. 3.3 Estudo de Caso. 3.4
Saúde do Trabalhador

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

ANTUNES,
Ricardo. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre a afirmação
e negação do trabalho.
São Paulo: Boitempo,
1999.

MOTA,
Ana Elizabete (org.). A Nova Fábrica de Consensos: ensaios
sobre a reestruturação empresarial, o trabalho e as
demandas ao Serviço Social.
São Paulo: Cortez,
2000.

MONTAÑO,
Carlos. Terceiro Setor e Questão Social – crítica
ao padrão emergente de intervenção social.
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Paulo: Cortez, 2002.

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Yolanda
Guerra. A instrumentalidade do serviço social. Editora Cortez.

ENFERMEIRO DO TRABALHO

1.
Aspectos éticos e legais do exercício da Enfermagem. 2.
Administração do Serviço de Saúde do
trabalhador; 3. Política Nacional de Saúde do
Trabalhador; 4. Programas de Saúde Pública
voltados ao Trabalhador; 5. Assistência de Enfermagem do
Trabalho e Biometria; 6. Vigilância Epidemiológica
aplicada em saúde do trabalhador; 7. Higiene e
Segurança do Trabalho; 8. Toxicologia ocupacional; 9.
Doenças Ocupacionais e Ergonomia; 10. Vigilância
Sanitária, Biossegurança e Controle de Infecção;
11. Acidente do Trabalho e Fator Acidentário
Previdenciário; 12. Legislação de
Segurança e Medicina do Trabalho; 13. Assistência
Pré-Hospitalar ; cuidados e procedimentos de enfermagem nas
situações de agravos à saúde do
trabalhador e suas fundamentações teóricas.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

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PGR; LTCAT,laudos técnicos; Custeio da Aposentadoria Especial;
5. ed. rev. e atual. – São Paulo: LTr, 2007

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VIEIRA,
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Medicina
Básica do Trabalho. E
d.
Genesis. Curitiba. 1995. Vol. II.

PEDAGOGO

1.
A Pedagogia e a construção do sujeito do conhecimento:
identidade e cultura. 2. A evolução do
pensamento pedagógico brasileiro: tendências, limites e
perspectivas. 3. A formação e características
do profissional de Pedagogia. 4. Conceito de currículo
e suas implicações nas propostas político-pedagógicas
das instituições. 5. Planejamento participativo
e o projeto político-pedagógico: uma questão de
gestão democrática. 6. Práticas
pedagógicas em instituições formais e
não–formais de ensino. 7. Programas e situações
do cotidiano pedagógico _ uma relação entre
teoria e prática. 8. Concepções de
avaliação e desenvolvimento: possíveis
intervenções. 9. O Pedagogo hoje: postura e
ruptura, atuação e mercado. 10. A empresa como
espaço educativo.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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sociedade
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José Gimeno. O currículo: uma reflexão
sobre a prática. 3 ed. Porto Alegre: Artmed. 2000.

PROFESSOR – EDUCAÇÃO AMBIENTAL

1. Conhecimento pedagógico:
Sistema de ensino do Brasil, política educacional
brasileira, planejamento de ensino e seus elementos, avaliação,
elaboração de projetos político-pedagógicos,
metodologias participativas, relação professor-aluno,
interdisciplinaridade, transdiciplinaridade, educação
de jovens e adultos. 2- Educação Ambiental: História
da educação ambiental no Brasil e no mundo, ética
ambiental, questões sociais e problemas ambientais,
consciência global e ação local, cidadania
ambiental, agenda 21. 3. Ecologia: Ambiente físico
e suas variações, comunidades biológicas, ciclos
biogeoquímicos, energia, biodiversidade, biogeografia,
desenvolvimento econômico. 4. Legislação
Ambiental – FEDERAL:
Lei N° 6.938 (Política
Nacional de Meio Ambiente e seus instrumentos). Lei N° 9.795
(Política Nacional de Educação Ambiental). Lei
N° 9433/1997 (Política Nacional de Recursos Hídricos).
ESTADUAL: LEI N° 3.009/1998 – Proíbe o
despejo de lixo em locais públicos e dá outras
providências. LEI N° 3.206/1999 – Autoriza o Poder
Executivo a criar normas e procedimentos para o serviço de
coleta, reciclagem e disposição final de garrafas
plásticas no Estado do Rio de Janeiro. LEI N° 3.369/ 2000
- Estabelece normas para a destinação final de garrafas
plásticas e dá outras providências. LEI N°
4.191/ 2003 – Dispõe sobre a Política Estadual de
Resíduos Sólidos e dá outras providências.
MUNICIPAL: Lei orgânica da cidade do Rio de
Janeiro. 5. Economia Ambiental: Economia ambiental
teoria neoclássica, economia da poluição e
economia dos recursos naturais, valores de uso, opção e
existência. economia ecológica, ecodesenvolvimento,
tipologia de externalidades. 6. Gestão Ambiental:
Percepção e proteção ambiental, padrões
de qualidade de água, solo e do ar, conservação
de recursos naturais, avaliação de impactos ambientais,
sistema de gestão ambiental, planejamento e elaboração
de projetos, avaliação de passivos ambientais. 7.Gestão
de resíduos urbanos:
Conceitos, classificação,
acondicionamento, coleta seletiva, transferência ou transbordo,
processamento, disposição final, reciclagem, aspectos
sociais, tecnológicos e econômicos.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

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www.feema.rj.gov.br/legislaçao.asp

www.
mma.gov./port/conama

PSICÓLOGO

Recrutamento,
seleção e desligamento. Testes psicológicos:
tipo e características, aplicação, interpretação
e análise. Testes: palográfico; CPS escalas de
personalidade de comrey; IFP – inventário fatorial de
personalidade; BFM 1, 2 e 3; testes de inteligência (R-1, HTM);
atenção concentrada (AC); treinamento, desenvolvimento
e educação corporativa; entrevistas: por competência
e de desligamento; papel do psicólogo e implicações
éticas; avaliação de desempenho; mapeamento de
processos de RH; cultura organizacional: paradigmas, conceitos,
elementos e dinâmica; clima organizacional: evolução
conceitual, componentes e estratégias de gestão;
motivação, satisfação e comprometimento;
grupos e equipes de trabalho; gestão de clima, cultura
organizacional e motivação no trabalho; gestão
por competências e conhecimento; análise de cargos e
carreira; qualidade de vida no trabalho; reabilitação
profissional; Saúde e Trabalho; redação e
correspondência oficiais: atestado psicológico,
declaração, relatório, laudo e parecer.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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e Gestão do Conhecimento. 2ª ed. RJ: Ed. FGV, 2006.

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das Organizações. 2ª edição –
RJ:Campus.2005.

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Idalberto. Gestão de Pessoas. Ed. Campus. S. Paulo. 2004

Manual
de Bateria de Testes BFM 1, 2 e 3. Autor: Emilio Carlos Tonglet. Ed.
Vetor.

Manual
do teste CPS – Escalas de Personalidade de Comrey.Autor:
Revisão Flávio Rodrigues. Ed. Vetor

Manual
do teste de AC – Atenção Concentrada. Autor: Suzy V.
Cambraia.

Manual
do teste HTM – Teste de Habilidade para o Trabalho Mental .Autor:
Lucila M. Santarosa / Olga Wainstein / Zenia R. Prado. Ed. Vetor

Manual do teste IFP – Inventário
Fatorial de Personalidade. Autor: Luiz Pasquali / Maria Mazzarello.
Ed. Casa do Psicólogo.

Manual
do Teste Palográfico na Avaliação da
Personalidade. Autor: Irai Cristina Boccato / Cristiano Esteves. Ed.
Vetor

Manual
do teste R-1 – Teste Não Verbal de Inteligência. Autor:
Rynaldo de Oliveira. Ed. Vetor

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Luzia; Scofano, Anna Cherubina; Beckert,Mara; Souza,Valéria
de. Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas. RJ: Ed.
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Seleção Por Competências – O Processo de
Identificação de Competências Individuais para
Recrutamento. Ed. Vetor.

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Comportamento Organizacional – 11ª Edição. S.
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site:http://www.prt12.mpt.gov.br/prt/guia/textos/reabilita.pdf

site:http://www.pol.org.br/legislacao/pdf/cod_etica_novo.pdf

BIÓLOGO

1
-Microbiologia ambiental
: águas, resíduos e solo;
ecologia microbiana, análise microbiológica de águas,
microbiologia do solo (biodegradação de poluentes
orgânicos e biotransformações de poluentes
inorgânicos, contaminantes tóxicos ambientais (bioensaio
microbianos). 2 -Bacteriologia: exames bacterioscópicos
(gram, ziehl, etc), culturas e repiques, caracterização
de microorganismo e provas bioquímicas, avaliações
qualitativas de densidade bacteriana, águas brutas e tratadas,
indicadores bacteriano de poluição e contaminação
(coliformes, estreptococos, fecais/enterococos, pseudomonas
aeruginosa, clostridios sulfitoredutores), metabolismo microbiano. 3
-Parasitologia
(enteroparasitos humanos): Método analítico
e identificação com ênfase para ovos e larvas de
helmintos e cistos protozoários, ciclos evolutivos, oco
rrência e sobrevivência de formas evolutivas no ambiente.
4 -Meio ambiente: Atividades econômicas e impactos
ambientais causados, resíduos sólidos urbanos
(classificação, características e processo de
tratamento e destinação final; saneantes (teste de
eficácia germicida e atividade inibitória de
crescimento microbiano; águas brutas e tratadas
(hidrobiologia); hidrologia e gestão de recursos hídricos,
bacias hidrográficas, teste de toxidade para efluente líquido;
legislação ambiental pertinente: EIA/RIMA (diretrizes,
critérios e procedimentos envolvidos na sua elaboração),
Política Nacional de Meio Ambiente, Sistema de Licenciamento e
avaliação de impactos ambientais, projetos de aterros
sanitários: resíduos potencialmente perigosos,
incineração de lixo, localização de
aterros, risco de poluição por contaminação
de fontes de água, risco de poluição do ar e
reciclagem. NORMAS TÉCNICAS ABNT
- NBR 8419 – Apresentação de projetos de aterros
sanitários de resíduos sólidos urbanos.- NBR
8849 – Apresentação de projetos de aterros
controlados de resíduos sólidos urbanos. – NBR 10004 –
Resíduos sólidos – Classificação.NBR
10157 – Aterros de resíduos perigosos – Critérios
para projeto, construção e operação. -
NBR 12807 – Resíduos sólidos de saúde.-
NBR 12808 – Resíduos de serviços de saúde.
- NBR 12809 – Manuseio de resíduos de serviços de
saúde. – NBR 13896 – Aterros de resíduos não
perigosos – Critérios para projeto, implantação
e operação. – NBR 10703 – Degradação
do solo – Terminologia. - RESOLUÇÕES DO
CONAMA – RESOLUÇÃO CONAMA N° 275, de 25 de abril de
2001 – Estabelece o código de cores para os diferentes tipos
de resíduos, a ser adotado na identificação de
coletores e transportadores. RESOLUÇÃO CONAMA N°
283, de 12 de julho de 2001 – Dispõe sobre o tratamento e a
destinação final dos resíduos dos serviços
de saúde. RESOLUÇAO CONAMA N° 308, de 21 de março
de 2002 – Licenciamento Ambiental de sistemas de disposição
final dos resíduos sólidos urbanos gerados em
municípios de pequeno porte. RESOLUÇÃO CONAMA N°
314, de 29 de outubro de 2002 – Dispõe sobre o registro de
produtos destinados à remediação e dá
outras providências. RESOLUÇÃO CONAMA N° 316,
de 29 de outubro de 2002 – Dispõe sobre procedimentos e
critérios para o funcionamento de sistemas de tratamento
térmico de resíduos. LEGISLAÇÃO
ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO – LEI N° 2.011, de 10 de julho de 1992
- Dispõe sobre a obrigatoriedade da implementação
de Programa de Redução de Resíduos. LEI N°
2.794, de 17 de Setembro de 1997 – Dispõe sobre aterros
sanitários na forma que menciona. LEI N° 3.007, de 9 de
julho de 1998 – Dispõe sobre o transporte, armazenamento e
queima de resíduos tóxicos no Estado do Rio de Janeiro.
LEI N° 3.009, de 13 de julho de 1998 – Proíbe o despejo de
lixo em locais públicos e dá outras providências.
LEI N° 3.206, de 12 de abril de 1999 – Autoriza o Poder Executivo
a criar normas e procedimentos para o serviço de coleta,
reciclagem e disposição final de garrafas plásticas
no Estado do Rio de Janeiro. LEI N° 3.369, de 07 de janeiro de
2000 – Estabelece normas para a destinação final de
garrafas plásticas e dá outras providências. LEI
N° 4.191, de 30 de setembro de 2003 – Dispõe sobre a
Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá
outras providências. DECRETO-LEI N° 134, de 16 de junho de
1975 – Dispõe sobre a prevenção e o controle da
Poluição do Meio Ambiente no Estado do Rio de Janeiro.
DECRETO N° 31.819, de 09 de setembro de 2002 – Regulamenta a Lei
n° 3.369, de 07 de Janeiro de 2000, que estabelece normas para
destinação final de garrafas térmicas e dá
outras providências. DECRETO N° 32.537, de 26 de dezembro
de 2002 – Institui o Programa de Apoio ao Desenvolvimento dos
Ecopolos de Reciclagem no Estado do Rio de Janeiro. 5
-Biossegurança em laboratório
. Níveis de
biossegurança (NB), práticas laboratoriais especiais
para cada NB, instalações laboratoriais para cada NB.

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R.H.P. & SILVEIRA, I.A. Recursos Naturais Renováveis e
Impacto Ambiental: Água.
Vol. 3. Universidade Federal de
Lavras. Textos Acadêmicos/FAEPE. 2000.

http://www.ana.gov.br

http://serla.rj.gov.br

http://www.cnrh-srh.gov.br/

http://www.anvisa.gov.br/divulga/public/saneantes/desinfestantes.pdf

CONTADOR

1.Contabilidade Geral: Conceito,
objetivo, campo de atuação, princípios
fundamentais e as normas brasileiras de contabilidade. O Sistema de
informações contábeis. Patrimônio:
Formação, composição, Ativo, Passivo e
Patrimônio Liquidam, Equações e Variações
Patrimoniais. Escrituração: Plano de contas e
Lançamentos Contábeis – Métodos, Sistema e
Elementos básicos. Receitas, Despesas. Principais aspectos
Contábeis e Fiscais das Contas Patrimoniais: Ajustes de
Exercícios Anteriores. Operações com
mercadorias, Avaliação dos Estoques. Tributos
incidentes sobre compras e vendas de mercadorias / produtos.
Investimentos Permanentes: pelo método do custo e de
equivalência patrimonial. Depreciação,
Amortização e Exaustão. Imposto de Renda
Diferido. Reservas, Provisões e Retenção de
Lucros: conceito, tipos, contabilização e apresentação.
Varias Monetárias Ativas e Passivas. Reavaliação
de Ativos. Ações em Tesouraria, Dividendas. Estrutura
e Elaboração das Demonstrações Contábeis:
Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado
do Exercício, Demonstração de Lucros ou
Prejuízos Acumulados, Demonstração das Origens e
Aplicação de Recursos, Demonstração da
Mutação do Patrimônio Liquido – conceitos,
objetivos e forma de apresentação. Procedimentos
contábeis: duplicatas descontadas, despesas antecipadas,
empréstimos e financiamentos, provisão para o imposto
de renda e contribuição social. 2. Contabilidade de
Custos: Conceitos, Classificação dos custos, Sistemas
de acumulação de custos, Métodos de custeio,
Sistema de Custos. Analise dos Custos de Fabricação:
Materiais diretos, Mão – de – obra – direta,
Custos indiretos de fabricação, Sistema de Acumulação
de Custos por Ordem, Sistema de acumulação de Custos
por Processo, Método de Custeio Variável: conceito,
margem de contribuição, custos fixos, Relação:
Custo Volume / Lucro, Ponto de Equilíbrio, Margem de
Segurança. 3. Contabilidade e Orçamento Público:
Conceito, Noções Gerais, Campo de Atuação.
Orçamento Público: Orçamento Anual, Ciclo
Orçamentário, Exercício Financeiro, Princípios
Orçamentários, Créditos Adicionais.
Orçamento-Programa, Receita Publica: Conceito, Receita
Orçamentária e Extra – orçamentária.
Classificação por Categoria Econômica. Estagio da
Receita. Divida Ativa. Despesa Publica: Conceito – Despesa
Orçamentária e Extra – orçamentária.
Classificação por categoria Econômica. Estagio da
Despesa. Restos a Pagar ou Dívida Passiva. Adiantada ou
Suprimento de Fundos. Despesas de Exercício Anteriores. Divida
Publica. Sistemas Orçamentário, Financeiro e
Patrimonial. Divida Ativa. Divida Publica. Variações
Patrimoniais. Balanço Orçamentário, Balanço
Financeiro. Balanço Patrimonial. Demonstração
das Variações Patrimoniais. 4. Lei Complementar n.º
101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal). Lei complementar 6.404/1976
atualizada pela 10.303/2001 e pela Lei 11.638/2007 (Sociedades
Anônimas).

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

ANDRADE,
Nilton de Aquino. Contabilidade Pública na Gestão
Municipal
.
2 ed. São Paulo. Atlas. 2006

BRASIL.
Constituição Federal de 1988.
(Título VI, Capítulo II, Seção II).

CREPALDI,
Silvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade de
Custos
.
3 ed. São Paulo. Atlas. 2004.

FIPECAFI.
Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações.
7 ed. São Paulo. Atlas, 2007.

FRANCO,
Hilário. Contabilidade Geral. 23 ed. São
Paulo. Atlas. 1996.

GIACOMONI,
James. Orçamento Público. 14 ed.
São Paulo: Atlas, 2007.

KOHAMA,
Heilio. Contabilidade Pública. Teoria e
Prática. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

LEONE,
George S. Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 2
ed. São Paulo. Atlas, 2000.

MACHADO
Jr.,José T. REIS, Heraldo da Costa Reis. A Lei nº
4.320/64 – Comentada
. 31ª ed. Rio de Janeiro: IBAM,
2003

MARION,
José Carlos. Contabilidade Básica.
8 ed. São Paulo. Atlas, 2006.

MARTINS,
Eliseu. Contabilidade de Custos. 9 ed. São
Paulo. Atlas, 2003.

NEVES,
Silvério. VICECONTI, Paulo. Contabilidade Básica.
13 ed. São Paulo. Frase, 2006

______.
Contabilidade de Custos. 7 ed. São
Paulo. Frase, 2003.

______.
Contabilidade Avançada e Análise das
Demonstrações Contábeis
. 15 ed. São
Paulo. Frase, 2007.

PADOVEZE,
Clóvis Luiz. Manual de Contabilidade Básica.
5 ed. São Paulo. Atlas, 2004.

SILVA,
Lino Martins da. Contabilidade Governamental
Um Enfoque Administrativo. 7ª ed. São
Paulo: Atlas, 2004.

SLOMSKI,
Valmor. Manual de Contabilidade Pública.
2ª ed. São Paulo. Atlas. 2003.

Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. (atualizada pela Lei nº
10.303/2001 e pela Lei nº 11.638/2007).

Lei nº 4.320, de 17 de março
de 1964.

Lei
Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000. (Lei de
Responsabilidade Fiscal).

DESENHISTA INDUSTRIAL

1.
Teoria da Informação e Comunicação.

2. Metodologia Visual 3. Comunicação Visual. 4.
Ergonomia.
Noções. 5.
Desenho.
Conceitos básicos. Definições e
classificações dos diversos tipos de desenhos. Desenho
Geométrico. Desenho Técnico. Desenho Industrial.
Unidades de medidas. Letras e formatos. Materiais de desenho.
Dimensões e formato de papéis. Uso
do lápis. Cores. Uso de luz e sombra. Escala. Perspectivas
(conceitos, tipos, vistas, projeções, uso, desenhos).
Normas ABNT. Projeto Assistido por Computador (“Computer Aided
Design”). Logomarcas. Clichês, gráficos e
reprodução. Elaboração em papel de
projetos de Engenharia e Arquitetura. Execução de
trabalhos de desenho
, aplicados às áreas de
engenharia, arquitetura, topografia, hidrografia, estatística
e gráficos em geral. Confecção de tabelas,
diagramas, quadros estatísticos, gráficos, mapas,
plantas e outros. Uso de compasso normográfico, esquadro,
réguas, borracha, gabaritos, pranchas e luminárias,
transferidores, canetas, penas, papel vegetal, nanquim, normógrafo,
legendas e demais instrumentos de desenho. Redução ou
ampliação de desenhos, guiando-se por croquis,
esboços ou instruções, seguindo a escala
requerida. Desenhos e pintura de cartazes informativos, dispondo
adequadamente os letreiros e ilustrações. Cópia
de desenhos já estruturados, segundo a forma, dimensões
e demais especializações dos originais. Desenhos em
projetos, com definição de características e
determinação de estágios de execução
e outros elementos técnicos. Reduções de plantas
e projetos com base em originais. Cortes, Seções e
hachuras-Tipos de cortes de hachuras. 6. Microinformática.
Conhecimentos básicos sobre hardware e software. Conexões
e interfaces. Utilitários. Ambientes
Windows e Linux. MSOffice (Word, Excel e Powerpoint). Open Office
/BROffice.org 2.3.1.
Configuração e operação
de equipamentos de informática. Princípios básicos
de segurança. Fundamentos sobre redes de computadores e
Internet/Intranet. Conceitos, navegação e uso dos
recursos dos browsers Internet Explorer, Netscape e Firefox Mozzila.
E-mail. WebMail e Outlook Express. Construção de
páginas para sites na Internet. HTML. Uso dos recursos do
Fireworks 8 e do Dreamweaver 8. Computação Gráfica.
Imagens. Formatos. Padrões. Fontes e suas Variações.
Uso de recursos dos softwares CorelDraw, Photoshop, Flash e AutoCad.
Processos Gráficos.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

ANDRADE,
Maria Ângela Serafim de. Corel Draw 11, Senac –
São Paulo, 2003.

ANDRADE,
Maria Ângela Serafim de. Tutotial de Corel Draw 11,
Senac – São Paulo, 2003.

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William Pereira. Crie, Anime e Publique Seu Site Utilizando
Fireworks 8, Flash 8 e Dreamweaver 8 para Windows
, Érica,
2006.

BATISTA,
Emerson de Oliveira. Sistemas de Informação –
O uso consciente da Tecnologia para o Gerenciamento
, Saraiva,
2006.

BALDAM,
Requemar de Lima. AutoCad 2000 – utilizando totalmente 2D,
3D e avançado
, 11ª Ed., Érica, 2004.

BUENO,
Maurício. Informática fácil para concursos,
Brasport, 2005.

CANTALICE,
Wagner. Manual do Usuário. Brasport, 2006.

COSTA,
Renato da. Informática para Concursos: guia prático
Érica, 2006.

CUNHA,
Luis Veiga da. Desenho técnico. 13.ed.rev. e atual.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004

FREY,
David. AutoCad 2002: a bíblia do iniciante, Ciência
Moderna, 2003

FERNANDES,
Alexandre. Word 2002: para usuários de Office XP,
Brasport, 2001

FERNANDES,
Alexandre. Excel 2002: para usuários de Office XP,
Brasport, 2001

GRANDJEAN,
Etienne. Manual de Ergonomia, adaptando o trabalho ao homem,
Bookman, 5ª Ed., 2004.

LAUDON,
Kenneth C. & LAUDON, Jane P..
Sistemas de Informação
– Administrando a empresa digital
, Pearson Prentice Hall,
5ª Ed. 2006.

MAGUIRE,
D. E. Desenho Técnico: problemas e soluções
gerais de desenho, Hemus, 2004
.

MANZANO,
João Carlos N. G., MANZANO, André Luiz N. G. Estudo
dirigido de Microsoft Windows XP.
7ª edição.
Érica, 2007.

MANZANO,
João Carlos N. G. Br Office.org 2.0 – Guia Prático
de Aplicação (Versão brasileira do Open
Office.org).
1ª edição. Érica, 2007.

MANZANO,
José Augusto N. G. OpenOffice.org, Érica, 2003.

MORIMOTO,
C. E.
Linux,
Entendendo o Sistema: Guia Prático,
Sul
Editores
, 2006.

MUELLER,
John Paul. Aprenda Microsoft Windows XP em 21 dias, Makron
Books, 2003.

O´BRIEN,
James A. Sistemas de Informação e as Decisões
Gerenciais na Era da Internet
, Saraiva, 2ª Ed. 2004.

SAWAYA,
Márcia Regina. Dicionário de Informática e
Internet: Inglês/Português
, Nobel, 2003.

SILVA,
Jorge Elder F. da. Flash MX, Brasport,
2003.

TORRES,
G. Hardware – Curso completo. 4ª Ed., Axcel, 2001.

VELLOSO,
Fernando de Castro. Informática – Conceitos Básicos,
Campus, 2003.

VENDITTI,
Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem prancheta com
AutoCad 2002
, Visual Books, 2003.

YAMAMOTO,
Arisol S. S. Curso de AutoCad 2000 básico, Ciência
Moderna, 2000

Manuais
Técnicos e Ajuda/Help de Software.

Normas
ABNT (
http://www.abnt.org.br)

Sites
na Internet:

MÉDICO DO TRABALHO

1.
Conceito de Medicina do Trabalho, Saúde Ocupacional e
Saúde do trabalhador. 2. Epidemiologia do trabalho. 3.
Vigilância em saúde no trabalho. 4. Legislação
sobre Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho da CLT. 5.
Principais Convenções e Recomendações
da OIT retificadas pelo Brasil. 6. Portaria 3.214, normas
regulamentadoras e textos complementares. 7. Estrutura
institucional de Saúde Ocupacional no Brasil: entidades e
Serviços de Medicina do Trabalho: – finalidade, organização
e atividades. 8. Legislação Previdenciária
- Leis 8.812 e 8.213 e Decreto 3.048 e textos complementares. 9.
Acidentes do Trabalho: conceito, principais causas, aspecto
legais, registro, taxas de freqüência e gravidade, custos,
prevenção. 10. Aposentadoria especial: Critérios
para concessão. 11. Comissão Interna de
Prevenção de acidentes (CIPA): conceito, organização
e normatização. 12. NR-7: Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Diretrizes,
responsabilidade e implantação. 13. NR-9:
Programa de Prevenção de riscos Ambientais –
PPRA: estrutura, desenvolvimento e responsabilidade. 14.
Indicador biológico e monitoramento; conceito e aplicação.
15. Doenças relacionadas com trabalho: conceito,
causas, nexo técnico, aspecto fisiopatológico, aspectos
legais, aspectos periciais, registro de doença e medidas
preventivas. 16. Princípios básicos da
identificação, avaliação e controle dos
fatores de riscos biológicos, químicos, físicos.
17. Ambientes e condições insalubres: aspectos
legais, limite de tolerância, nível de ação,
avaliações ambientais quantitativas, enquadramentos
etc. higiene dos ambientes de trabalho e instalações
acessórias (sanitários, vestiários, refeitórios,
etc). 18. Controle médico de grupos de trabalhadores
especiais: menores, deficientes, alcoolismo, portadores de doenças
cônicas, etc. 19. Câncer ocupacional:
classificação dos carcinógenos, mecanismos,
principais substâncias e processos de trabalho carcinogênicos.
20. Toxicologia ocupacional. 21. Ergonomia. 22.
Profilaxia de doenças transmissíveis relacionadas
com a saúde do trabalhador. 23. Biossegurança:
conceito e normas. 24. Resíduos: tipos, coleta,
segurança e tratamento. Manejo ambiental de resíduos do
domicílio, do comércio e da indústria. 25.
Fisiologia do exercício, nutrição, desempenho
físico e saúde do trabalhador. 26. Promoção
de saúde nos ambientes de trabalho.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

Doenças
Relacionadas ao Trabalho. Manual de Procedimentos para os Serviços
de Saúde. Ministério da Saúde do Brasil e
Representação no Brasil da OPAS/OMS. 2001. Brasília/DF.
Disponível em
http://www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=48
ou ainda no endereço
http://www.cremesp.org.br/library/modulos/publicacoes/pdf/doenca_trabalhador.pdf

Norma
técnica para o trabalho em pé e sentado. SECRETARIA
MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO / Coordenação
da Vigilância em Saúde / Gerência da Vigilância
em Saúde Ambiental / Subgerência da Vigilância em
Saúde do Trabalhador. Disponível em
http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/saude/vigilancia_saude/trabalhador/0001

Requisitos
Técnicos para o trabalho seguro em alturas. SECRETARIA
MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO / Coordenação
da Vigilância em Saúde / Gerência da Vigilância
em Saúde Ambiental / Subgerência da Vigilância em
Saúde do Trabalhador. Disponível em
http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/saude/vigilancia_saude/trabalhador/0001

Requisitos
técnicos para a atividade de poda de árvores e afins.
SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO /
Coordenação da Vigilância em Saúde /
Gerência da Vigilância em Saúde Ambiental /
Subgerência da Vigilância em Saúde do Trabalhador.
Disponível em
http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/saude/vigilancia_saude/trabalhador/0001

Patologia
do Trabalho. René Mendes – organizador. 2 ed. atual. e
ampl. – São Paulo: Editora Atheneu. 2003. 2 vol.

Da
medicina do trabalho à saúde do trabalhador. Mendes,
René; Dias, Elizabeth Costa.
Rev.
saude publica = J. public health
;25(5):341-9,
out. 1991. Disponível em
http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&nextAction=lnk&base=LILACS&exprSearch=102543&indexSearch=ID&lang=p

A
coleta de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro: um estudo de
caso baseado na percepção do trabalhador. Velloso Marta
Pimenta, Valadares Jorge de Campos, Santos Elizabeth Moreira dos.
Home garbage collecting in the city of Rio de
Janeiro: a case study discloses the sanitation workers point of view.
Ciênc. saúde coletiva [serial on the Internet].
1998 [cited 2008 Mar 02] ; 3(2): 143-150.
Available from:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81231998000200013&lng=en&nrm=iso.
doi: 10.1590/S1413-81231998000200013

Processo
de trabalho e acidentes de trabalho em coletores de lixo domiciliar
na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Velloso Marta Pimenta, Santos
Elizabeth Moreira dos, Anjos Luiz Antonio dos. The
labor process and work-related accidents among garbage collectors in
Rio de Janeiro, Brazil. Cad. Saúde Pública
[serial on the Internet]. 1997 Oct [cited 2008 Mar
03] ; 13(4): 693-700. Available from:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1997000400012&lng=en&nrm=iso.
doi: 10.1590/S0102-311X1997000400012

Saúde
no Trabalho – Temas Básicos para o Profissional que Cuida dos
Trabalhadores. Mário F. Junior. 1. ed. São Paulo:
Editora Roca Ltda., 2000. v. 1. 357 p.

Legislação
Previdenciária: Leis 8.212 e 8.213 e Decreto 3.048, E
LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR. Disponível em
http://www81.dataprev.gov.br/sislex/

Principais
Convenções e Recomendações da OIT
ratificadas pelo Brasil. Disponíveis em
http://www.mte.gov.br/legislacao/convencoes/default.asp

Consolidação
das Leis do Trabalho. DECRETO-LEI Nº 5.452, DE 1º DE
MAIO DE 1943.
Disponível em
http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/Legis/CLT/Clt.pdf
e também em
http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/legis/CLT/INDICE.html.
(acesso em 02/03/2.008).

Portaria
3.214 do Ministério do Trabalho e Emprego, normas
regulamentadoras e textos complementares. Ver em
http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/default.asp

Portarias
do Ministério da Saúde: – Portaria n.º 3.120, de
1º de Julho de 19981. Disponível em
http://www.cvs.saude.sp.gov.br/pdf/98port3120.pdf

Portaria
nº 2.437/GM de 07/12/2.005. Disponível em
http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2005/GM/GM-2437.htm

-
PORTARIA Nº 777/GM Em 28 de abril de 2004. Disponível em
http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-777.htm

REDATOR

1.
Redação e Português: Produção de
release; redação de notas oficias; Redação
de relatórios; redação de texto para mensagens
institucionais; Redações de texto administrativos,
protocolares, cartões convites, telegramas e correios
eletrônicos; Emprego e aplicações de forma de
tratamento; Articulações sintáticas de texto;
textualidade e coesões por referência, por elipse e
lexicais; noções de fotojornalismo e telecinejornalismo
2. Conhecimentos Gerais: Informáticas, com noções
de trabalho de texto, formação de endereçamento
e base de dados; Internet, com noções de navegação,
linguagem de hiperlink e elaboração de correio
eletrônico; Desenvolvimento sustentável e gestão
ambiental; Atualidade dos veículos de comunicação;
Campanhas institucionais; Atualidade do Rio de Janeiro, do Brasil e
do mundo.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

CALDAS,
Álvaro (org.). Deu no Jornal – O Jornalismo Impresso na
Era da Internet. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio, 2002.

CASTRO
NEVES, Roberto. Comunicação Empresarial Integrada. Rio
de Janeiro: Editora Mauad, 2ª edição, 2002.

DUARTE,
Jorge (Coord.). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia:
Teorias e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas, 2002

FERRARI, Pollyana (org.). Hipertexto
Hipermídia – as novas ferramentas da comunicação
digital. São Paulo: Editora Contexto, 2007

GARCIA,
Luiz. Manual de redação e estilo – O Globo. São
Paulo: Editora Globo,1992.

CHINEM,
Rivaldo. Comunicação Empresarial – Teoria e o
dia-a-dia das Assessorias de Comunicação. São
Paulo: Editora Horizonte, 2006

SILVA,
Carlos Eduardo Lins da (coordenador). Manual de Redação
– Folha de São Paulo. São Paulo: Publifolha,
2007.

Código
de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Disponível pela
internet em
http://www.fenaj.org.br

Site
da Comlurb –
http://comlurb.rio.rj.gov.br

Lei
nº 3273, de 06/09/2001. Essa lei define como Sistema de Limpeza
Urbana o conjunto de meios físicos, materiais e humanos que
possibilitam a execução das atividades de limpeza
urbana, de acordo os preceitos modernos de engenharia sanitária
e ambiental.

TÉCNICO DE
RELAÇÕES PÚBLICAS

1.Relação
com Imprensa: Contatos e procedimentos com imprensa; Organização
e promoção de entrevista coletivas; Atualidade dos
veículos de comunicação. Clipping; Dossiês.
2. Cerimonial: Regras de cerimônias; Organização
de mesas em solenidades formas e informais; Ordem de precedências;
recepção de convidados; Posicionamento de bandeiras;
Procedimentos em Programas de visitais. 3. Redação e
português; Produção de notas oficiais; redação
de relatórios; Redação de textos para mensagens
institucionais; Redação de textos administrativos,
protocolares, cartões, convites, telegramas e correio
eletrônico; emprego e aplicação de formas de
tratamento; Articulação sintática de texto;
Textualidade e coesões por referência, por elipse e
lexicais. 4. Captação de recursos: apoio e patrocínio.
5. Conhecimentos Gerais: informática, com noções
de tratamento de texto, formação de endereçamento
e base de dados; Internet, com noções de navegação,
linguagem de hiperlink e elaboração de correio
eletrônico; Desenvolvimento sustentável e gestão
ambiental; Atualidade dos veículos de comunicação;
Campanhas institucionais; Atualidade do Rio de Janeiro, do Brasil e
do mundo;

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

CALDAS,
Álvaro (org.). Deu no Jornal – O Jornalismo Impresso na
Era da Internet. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio, 2002.

CASTRO
NEVES, Roberto. Comunicação Empresarial Integrada. Rio
de Janeiro: Editora Mauad, 2ª edição, 2002.

DUARTE,
Jorge (Coord.). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia:
Teorias e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas, 2002

FERRARI,
Pollyana (org.). Hipertexto Hipermídia – as novas
ferramentas da comunicação digital. São Paulo:
Editora Contexto, 2007

ANDRADE,
Cândido Teobaldo de Souza. Curso de Relações
Públicas – Relações com os diferentes
públicos. São Paulo: Editora Thomson, 2003 (6ª
edição)

SILVA,
Carlos Eduardo Lins da (coordenador). Manual de Redação
– Folha de São Paulo. São Paulo: Publifolha,
2007.

GARCIA,
Luiz. Manual de redação e estilo – O Globo. São
Paulo: Editora Globo,1992.

LUKOWER,
Ana. Cerimonial e Protocolo. São Paulo: Editora Contexto, 2006

CHINEM,
Rivaldo. Comunicação Empresarial – Teoria e o
dia-a-dia das Assessorias de Comunicação. São
Paulo: Editora Horizonte, 2006

Código
de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Disponível pela
internet em
http://www.fenaj.org.br

Site
da Comlurb –
http://comlurb.rio.rj.gov.br

Lei
nº 3273, de 06/09/2001. Essa lei define como Sistema de Limpeza
Urbana o conjunto de meios físicos, materiais e humanos que
possibilitam a execução das atividades de limpeza
urbana, de acordo os preceitos modernos de engenharia sanitária
e ambiental.

Portal
de Relações Públicas e Transmarketing -
http://www.portal-rp.com.br

Conselho
Federal de Profissionais de Relações Públicas -
http://www.conferp.org.br

ADMINISTRADOR

1.Fundamentos da administração.
2. Funções e áreas funcionais da administração.
3. Teorias da administração. 4. Introdução
à moderna gestão de pessoas, planejamento estratégico
de gestão de pessoas, agregando pessoas, aplicando pessoas,
recompensando pessoas, desenvolvendo e mantendo pessoas. Monitorando
pessoas. 5. Perfil e papéis do gestor de pessoas na
atualidade: o Gestor de Pessoas como parceiro estratégico,
defensor dos funcionários, especialista administrativo e
agente da mudança. 6. Introdução ao
comportamento organizacional, processos individuais e interpessoais
nas organizações; processos de liderança e
tomada de decisão; processos e características
organizacionais, estruturando a organização, desenho
organizacional; cultura, mudança e desenvolvimento
organizacional; poder, conflito e negociação; dinâmica
de grupo e eficácia de equipe; liderança, motivação;
satisfação e stress no local de trabalho 4. Normas
gerais e específicas de tutela do trabalho, contrato
individual de trabalho, organização sindical,
convenções coletivas de trabalho processos e multas
administrativas, justiça do trabalho 7. Administração
de materiais, método ABC, técnicas de previsão
de vendas, custo de estoques, estoque de segurança, sistemas
de controle de estoques; MRP, ERP e Just-in-time; compras; o
comércio e a logística; centros de distribuição
e movimentações físicas; cadeia de suprimento;
logística integrada; recursos logísticos, projeto de
sistemas logísticos; gerenciamento da logística
empresarial; desafios do comércio eletrônico;
roteirização de veículos; produção
e distribuição de produtos na economia globalizada;
produtividade, eficiência e benchmarking de serviços
logísticos. 8. Administração patrimonial. 9.
Contabilidade pública; serviços públicos e
administração pública; orçamento público;
receita pública; despesa pública; licitações;
plano de contas; sistemas de contas, escrituração;
demonstrações contábeis; controle interno e
externo; Lei de responsabilidade fiscal; 10. Orçamento
empresarial. 11. Organização, sistemas e métodos.
12. Planejamento estratégico. 13. O empresário,
sociedades, tipos de sociedades, estabelecimento empresarial,
sociedade limitada, sociedade por ações. 14. Sistemas
de informações, e-business e e-commerce, sistemas
empresariais; tipos de sistemas de informações; sistema
de apoio gerencial; tecnologia da informação;
telecomunicações, internet e tecnologia sem fio;
segurança em sistemas de informações;
gerenciamento de dados e conhecimento, desenvolvimento e gerencia de
sistemas; computação em rede. 15. Ética
empresarial, conceitos de ética, ética nas empresas e
nas atividades econômicas, teorias éticas, legitimação
da ética, ética aplicada, questões éticas
e sociais 16. Inovação e empreendedorismo.

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BIBLIOGRÁFICA

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WAGNER
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ECONOMISTA

1.O
sistema Econômico: elementos básicos e circulação;
atividade e o fenômeno econômico;os fatores de produção;
o produto e unidade produtora, a circulação da produção
e a empresa renda do trabalho, capital, empresa.Os agentes econômicos
e sua interação; o papel do setor Governo. Eficiência
produtiva e eficiência alocativa; a justiça
distributiva 2. Contabilidade nacional: Conceitos básicos;
classificação das transações; definição
de métodos e óticas de mensuração;
esquemas contábeis; principais contas; sistema de contas
nacionais; contabilidade a preços constantes.3.Microeconomia:
preços e valor; teorias explicativas do valor; valor dos bens
ambientais; especialização e troca; oferta e procura :
a escolha entre alternativas; escalas de preferência;
otimização; restrição orçamentária;
função de utilidade; taxa marginal de substituição;
o equilíbrio do consumidor; o comportamento do consumidor :
demanda individual e demanda de mercado;as elasticidades : conceito;
classificação e aplicações;efeito-renda;
efeito-substituição; efeito-preço; bens
substitutos; bens complementares; bens inferiores; curvas da oferta e
da procura; equilíbrio, deslocamentos; excedente do consumidor
e do produtor : eficiência de mercado; curvas de indiferença;
mercados; tipos e características de mercado;mercados e
concorrência ; equilíbrio da firma; mecanismos de
formação de preço; regimes de concorrência
teoria da produção; custos de produção :
conceito, classificação, características,
curvas; lei dos rendimentos decrescentes; função de
produção; maximização do lucro; receita
e custo marginal; curvas da receita média da firma ; curvas do
custo médio a curto e longo prazos da firma; lei dos
rendimentos; produtividade marginal; o lucro; o salário; o
trabalho como fator de produção. Economias de escala e
escopo.Defesa da Concorrência e Regulação 4.
Macroeconomia: os agregados macroeconômicos; equilíbrio
entre renda e produto agregados; oferta e demanda agregadas;
identidades fundamentais; Princípio da Demanda Efetiva; Curva
de Phillips; renda, produto; consumo; poupança; investimento e
despesa agregados : conceito, classificação; função
consumo; função poupança; função
investimento; propensão média; propensão
marginal; o multiplicador; Teoria Clássica; Teoria
Keynesiana;Modelos de economia aberta e fechada; Taxa de câmbio
e taxa de juro; a lei de Say; Inflação : conceito,
classificação, teorias.Teoria do capital; Teoria do
investimento; princípios da aceleração; Modelo
IS-LM; O Modelo Mundell-Fleming. Balanço de pagamento:
conceito e estrutura; efeito do superávit e déficit no
balanço de pagamento e políticas corretivas; renda
nacional e balanço de pagamento; variação no
produto nacional bruto e multiplicador do comércio exterior;
mercado cambial; taxa de câmbio: conceito, tipos, fixação,
variação e seus efeitos; Política Tarifária;
Sistema financeiro internacional; Determinantes do comércio
exterior; Trocas internacionais; Interdependência das nações;
Investimento internacional. Políticas ambientais; principais
problemas ambientais brasileiros. Crescimento e desenvolvimento
econômico : Conceitos; Fontes de crescimento; estratégias
de crescimento; protecionismo e liberalismo econômico;
Financiamento do desenvolvimento econômico; Estágios do
desenvolvimento; blocos econômicos e processo de globalização.
5. Moeda e bancos: Conceito; função, classificação
e características da moeda; procura e oferta monetária;
criação e destruição de moeda; meios de
pagamento; teoria quantitativa da moeda; sistema monetário
nacional; política monetária: objetivos, instrumentos,
eficácia; mercado financeiro; mercado de capital, teoria do
crédito;operações de mercado aberto;déficit
público e senhoriagem; teoria das finanças públicas;
Influência das políticas monetária e fiscal sobre
a demanda agregada. 7 – Economia brasileira. Industrialização
brasileira; Desenvolvimento econômico brasileiro;Processo
inflacionário brasileiro; Orçamento da União;
Inflação no Brasil; Economia brasileira desde o Plano
Real; Planos de Estabilização; Estabilização
econômica e privatização; Estabilização,
reformas e desequilíbrio econômico no governo FHC. 8
–Economia do Setor Público : A intervenção
do Governo na economia; Falhas do sistema de mercado; Externalidades
e ineficiência de mercado; bens públicos e bens
privados; exclusividade e rivalidade; Teoria dos bens sociais; Os
bens sociais e as falhas de mercado; Razões da intervenção
governamental na atividade econômica.; Estado Regulador; As
funções econômicas do setor público –
alocativa, distributiva e estabilizadora; Custos de transação;
Políticas públicas; Sistema Tributário : carga
tributária; déficit e superávit orçamentário;
imposto regressivo, progressivo e proporcional; Imposto de Pigou;
Impactos da tributação na economia. Controle de preços
: impostos, tributação e eficiência; Sistema
Tributário Nacional : principais tributos : conceito,
características; Política fiscal e funções
do governo; Finanças Públicas no Brasil; Sistema
Federativo e Contas Públicas. 9 – Análise de
Projetos. Fundamentos; Critérios de avaliação de
projetos; custos e benefícios privados e sociais; a função
do bem estar social; Eficiência Marginal do Capital; Eficiência
Marginal do Investimento; desconto e valor presente; ponto de
nivelamento; projeções de demanda.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA

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Atlas

FARO,
C., Elementos de Engenharia de Produção, Ed. Atlas

ENGENHEIRO AGRÔNOMO

1. Legislação
ambiental: instrumentos da política nacional, estadual e
municipal do meio ambiente. Planejamento. Estímulos e
incentivos. Unidades de conservação. Sistema Nacional
de Unidades de Conservação e Áreas de uso
especial. Licenciamento ambiental. Estudo prévio de impacto
ambiental e relatório de impacto ambiental. Audiência
pública. Auditória Ambiental. Resíduos Sólidos.
Flora e Fauna Silvestre. Crimes ambientais. Infrações
administrativas ambientais. 2. Agroecologia: O conceito de
agroecossistema: estrutura e funcionamento. Fatores associados a
flora, fauna e microrganismos em suas relações com o
meio ambiente. Manejo ecológico dos solos. Princípios
básicos de ecologia de população vegetal. Fluxo
de energia e nutrientes na agricultura. Integrações,
diversidades e estabilidade em agroecossistema. Hidrologia das
encostas. Impactos das atividades agrícolas na qualidade da
água. Planejamento ambiental em microbacias hidrográficas.
3. Solos: Gêneses, morfologia e classificação do
solo: principais características dos horizontes diagnósticos
superficiais e sub-superficiais; definições e conceitos
referentes às classes de 1° nível (ordens);
classificação interpretativas do solo para uso agrícola
e outros fins. Erosão e conservação do solo:
mecanismo e fatores que afetam a erosão hídrica e a
eólica; impactos ambientais e econômicos da erosão
do solo; práticas de controle da erosão. Química
e fertilidade do solo: Sólida e líquida, conceito,
composição e estrutura; dinâmica dos nutrientes e
correção das deficiências pela adubação
mineral e ou orgânica; recomendação de adubação
e colagem. Biologia do solo: decomposição de orgânicos;
interações microbianas; ciclagem de nutrientes;
dinâmica da matéria orgânica. Resíduos
urbanos, agrícolas e industriais: caracterização,
tratamento e manejo de resíduo; alternativas de descarte e ou
reaproveitamento no solo; critério para descarte; avaliação
de impactos ambientais e medidas mitigatórias; parâmetros
para monitoramento do solo e águas. Poluição do
solo como meio de inativação e ou transformação
de poluentes; biodegradação de princípios ativos
poluentes; biorremediação do solo contaminados. 4.
irrigação e Drenagem: Métodos de irrigação:
Vantagens e desvantagens, critérios para seleção
do método mais adequado. Evapotranspiração de
referência e evapotranspiração real. Necessidades
de irrigação. Calculo das principais varáveis em
projetos de irrigação por aspersão, sulcos e
inundação. Métodos de drenagem de baixo custo
(métodos alternativos). Avaliação da necessidade
de drenagem. Cálculo das principais variáveis em
projetos de drenagem superficial e subsuperficial. 5. Entomologia e
Fitopatologia: Principais pragas e doenças de plantas
ornamentais. 5.1 Controle químico. Classificação
toxicológica. Procedimentos e cuidados no uso e armazenamento.
Avaliação da periculosidade ambiental. Impacto do uso
de agrotóxicos no ambiente. 5.2 Controle biológico:
Conceito. Princípios agentes-grupos e características.
Métodos de controle biológico. Planejamento e
implantação de programas de controle biológico.
5.3 Métodos culturais: Conceito e princípios básicos.
Métodos e /ou prática. 6. Produção
vegetal: Silvicultura e Plantas ornamentais. Principais espécies
encontradas e utilizadas. Produção de mudas. Manejo das
plantas no campo. 7. Bioestatísitica e estatística
experimental: organização e apresentação
de dados, testes de normalidade, testes paramétricos, testes
não paramétricos.

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ambiental: legislação, elaboração e
resultados.
3a ed. Editora Universidade/UFRGS.
1995.

ENGENHEIRO
CIVIL

1.
Mecânica dos Solos – Geotecnia -

Origem e formação dos solos. Propriedades das
partículas sólidas dos solos. Índices físicos.
Estrutura dos solos. Plasticidade e consistência dos solos.
Fenômenos capilares. Permeabilidade dos solos.
Compressibilidade. Tensões e deformações.
Elasticidade, plasticidade e reologia. Resistência ao
cisalhamento dos solos. Compactação dos solos.
Classificação dos solos. Exploração do
subsolo. Distribuição de pressões verticais no
interior do solo. Empuxos de terra. Condições de
estabilidade dos muros de arrimo. Estabilidade de taludes. Barragens
de terra. 2. Planejamento, Orçamento e Controle de
Obras
- Análise dos custos de empreendimentos;
acompanhamento de obras; medição de serviços;
Lei 8666/93 (referente à licitação de obras,
contratação e fiscalização de serviços)
e suas alterações posteriores. Levantamento de
quantidades. Custos unitários. Planejamento; cronograma
físico-financeiro; fluxo de caixa. especificações
técnicas de materiais; especificações técnicas
de serviços. Classificação dos custos. Métodos
de orçamentação. Determinação dos
custos indiretos. Cálculo do lucro. Custos de produção.
Custos diretos de produção. Planilhas de custos.
Produtividade variável. 3.
Tecnologia
das Construções –

Segurança e higiene do trabalho. Equipamentos e ferramentas.
Serviços iniciais. Instalações provisórias.
Serviços gerais. Canteiro de obras. Locação da
obra. Trabalhos em terra. Escoramentos. Fundações.
Estruturas metálicas. Estruturas de Madeira. Estruturas de
concreto armado. Estruturas de concreto Protendido. Alvenaria
estrutural. Estruturas pré-fabricadas. Instalações
elétrica e telefônica; hidráulica, sanitária
e de gás; mecânica; de ar condicionado; piscina; sauna.
Alvenarias. Coberturas. Tratamentos. Esquadrias. Revestimentos.
Pavimentações. Rodapés, soleiras e peitoris.
Vidros. Pinturas. Aparelhos. Jardins. Limpeza. 4.
Materiais
de Construção -

Propriedades gerais; aglomerantes (cal, gesso, especiais); cimento
Portland; agregados; agressividade das águas, dos solos e dos
gases ao concreto; uso de aditivos no concreto; estudo de dosagem do
concreto; preparo do concreto; transporte do concreto; lançamento,
adensamento e cura do concreto; propriedades do concreto fresco;
propriedades do concreto endurecido; ensaios do concreto; controle
tecnológico. Madeiras. Materiais cerâmicos. Asfaltos e
alcatrões. Borracha. Metais em geral. Produtos siderúrgicos.
Plásticos. Vidros. 5. Instalações Prediais -
Conceitos básicos sobre dimensionamento, instalação
e segurança das instalações prediais elétricas,
telefônicas, hidráulicas e sanitárias. 6.
Execução e Fiscalização de Instalações
Prediais -
Elementos das instalações elétricas,
telefônicas, hidráulicas e sanitárias. 7.
Fundações
- Sondagens: ensaio “SPT”;
interpretação de sondagens. Rebaixamento de lençol
freático. Tipos de fundações. Dimensionamento,
aplicação e execução de fundações.
Recalques de fundação: deformidade dos solos, recalques
de sapatas e estacas, configurações típicas de
trincas causadas por recalques de fundação. 8.
Estruturas
- Tipos de estrutura. Movimentações
térmicas, movimentações higroscópicas.
Atuação de sobrecargas: em alvenarias, em componentes
de concreto armado (flexão de vigas, torção de
vigas, flexão de lajes, torção de lajes, trincas
em pilares). Alvenarias sujeitas à compressão.
Patologia e diagnóstico das estruturas de concreto armado e
corrosão de armaduras. Diagnósticos das trincas.
Técnicas de recuperação e reforço de
estruturas de concreto. Manutenção preventiva das
estruturas. 9. Execução e Fiscalização
de Elementos Estruturais de Concreto Armado -
Execução
e aplicação de fôrmas, armação e
concretagem de blocos, sapatas, pilares, vigas e lajes. 10.
Manutenção Predial –
Conceitos básicos sobre
manutenção predial corretiva e preventiva para
instalações elétricas e força,
instalações hidráulicas e sanitárias,
controle e tratamento de reservatórios de água e normas
de segurança. 11. Análise Estrutural
Estruturas isostáticas. Análise de treliças pelo
Método dos Nós e pelo Método das Seções.
Esforços simples. Diagramas de esforços em vigas e
pórticos planos. Estruturas hiperestáticas. Método
das Forças e Método das Deformações
(Rigidez). Processo de Cross. Diagramas de esforços em vigas e
pórticos planos hiperestáticos. Linhas de influência
em estruturas isostáticas e hiperestáticas. 12.
Cálculo
- Derivada e integral de funções
de uma, duas e três variáveis. Análise de
funções: máximos e mínimos; gráficos
de funções. Funções exponencial e
logaritmo. Integrais definidas, área sob uma curva, volume,
comprimento de arco. Métodos de integração. 13.
Álgebra Linear –
Matrizes. Sistemas de equações
lineares. Determinante e matriz inversa. Espaço vetorial.
Transformações lineares. Autovalores e autovetores.
Diagonalização de operadores. Produto interno. Tipos
especiais de operadores lineares. Formas lineares, bilineares e
quadráticas. Classificação de cônicas e
quádricas. Resolução de sistemas de equações
diferenciais lineares. Processos iterativos e álgebra linear.
Conjuntos convexos e programação linear. 14.
Resistência dos Materiais –
Tensões. Tensões
e Deformações: carregamento axial. Torção.
Flexão pura. Carregamento transversal. Análise de
tensões e deformações. Projeto de vigas e eixos
de transmissão. Deflexão de vigas por integração.
Deflexão de vigas pelo método dos momentos de área.
Métodos de energia. Flambagem de colunas. 15. Topografia -
Conceitos fundamentais de topografia: medições,
cálculos e representações. Métodos de
levantamentos altimétricos, expeditos e regulares.
Aerofotogrametria e sensoriamento remoto. Conceitos fundamentais.
Escalas. Medições de ângulos e distâncias.
Instrumentos topográficos. Planimetria: poligonais e detalhes.
Taqueometria. Desenho topográfico e representação
do relevo. Nivelamento. Cálculo de áreas e volumes.
Locação de projetos. 16. Mecânica dos Fluidos
Conceitos fundamentais. Fluidoestática. Forma
integral das equações básicas para o volume de
controle. Análise diferencial dos movimentos dos fluidos.
Escoamento de fluidos incompressíveis sem viscosidade. Análise
dimensional e semelhança. Escoamento interno de fluidos
viscosos e incompressíveis. Escoamento externo de fluido
viscoso incompressível. Escoamento em canais. Escoamento de
fluidos compressíveis. Escoamentos permanentes unidimensionais
de fluidos compressíveis. 17. Urbanismo
Origens e definição do desenho urbano. O processo
de desenho urbano e as metodologias. 18. Lixo Urbano e Lixo
industrial
– Origem e composição do lixo;
acondicionamento e coleta; processamento; disposição
final; legislação e licenciamento ambiental. Tratamento
do lixo doméstico. Tratamento do lixo industrial. Material
reciclável. Usinas de reciclagem. Processo de reciclagem.
Depósito. Aterros sanitários. Tratamento de efluentes
líquidos de aterros sanitários. Lixo e meio ambiente.
Limpeza urbana. Aspectos Econômicos de limpeza urbana. Agência
reguladora de limpeza pública. 19. Autocad 2005 -
Manipulação de arquivos. Sistemas de coordenadas.
Recursos de visualização. Criação de
objetos simples. Edição de objetos. Propriedades dos
objetos. Multilinhas, regiões, hachuras e imagens. Textos e
dimensionamento. Utilização de arquivos externos.
Comandos utilitários. Layouts. Plotagem e impressão.
Ferramentas internet.

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Tabelas de composições de
preços para orçamentos – 2003 (TCPO –
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Yazigi, Walid. A técnica de
edificar
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ENGENHEIRO FLORESTAL

Biodiversidade:
Conceito e terminologia. Identificação, valorização
e monitoramento dos componentes da biodiversidade. Medidas de
conservação “in situ” e “ex situ”.
Áreas protegidas: conceito, objetivos e características
específicas de cada categoria de manejo. Planos de manejo e
gestão de unidades de conservação. Integração
de áreas protegidas: corredores ecológicos, reservas da
biosfera, proteção dos recursos hídricos. Função
das áreas verdes em ambientes urbanos. Formações
vegetais do Rio de Janeiro. Ocorrência e distribuição
das espécies da flora e fauna ameaçadas de extinção
no município. Manejo florestal: Histórico,
concepções e condicionantes da sustentabilidade de
produção das florestas. Planejamento da produção
florestal. Aproveitamento dos recursos da floresta. Custos e
benefícios do manejo florestal. Efeitos do manejo em florestas
heterogêneas sobre a base genética. Medidas para mitigar
danos ambientais em florestas manejadas. Fundamentos do manejo em
florestas nativas. Elaboração do plano de manejo
florestal. Inventário florestal Níveis de levantamentos
florestais e tipos de inventários. Teorias de amostragens:
censo e amostragem, população, amostra, unidade
amostral, intensidade de amostragem, erro de amostragem, precisão
e acuracidade, classificação da amostragens segundo a
periodicidade, estrutura e abordagem da população.
Métodos e processos de amostragem. Amostragem aleatória
simples, estratificada, sistemática, em dois estágios,
em conglomerados e em múltiplas ocasiões. Estimativas
de volumes e do número de árvores: cubagem, equações
volumétricas, relação hipsométrica,
cálculo dos volumes. Silvicultura e arborização
urbana
: Produção de sementes florestais: fatores
que afetam a produção de sementes, germinação
e dormência, maturação, colheita, secagem,
extração, beneficiamento e armazenamento, análise
de sementes, métodos de quebra de dormência, árvores
matrizes e pomares porta-sementes. Viveiros florestais: localização,
planejamento e instalação. Produção de
mudas: substrato, recipientes, repicagens, podas, irrigação.
Arborização urbana: tamanho e sanidade das mudas, época
de plantio, dimensões e adubação das covas,
tutoramento, protetores, tratos culturais, corte, reposição
de árvores em logradouros públicos, podas, transplante.
Espécies indicadas para a arborização:
características fenológicas e paisagísticas.
Compatibilidade da arborização com os equipamentos
urbanos. Uso de Biossólidos e águas residuárias.
Conservação do solo e recuperação de
áreas degradadas
: Principais tipos de solo do
município do Rio de janeiro e suas limitações de
uso. Sucessão ecológica e interações
vegetação- flora-fauna. Recuperação de
áreas degradadas: implantação da vegetação,
adensamento e regeneração natural. Práticas
empregadas na recuperação de áreas degradadas:
isolamento da área, manejo da vegetação
remanescente, manejo do banco de sementes, polinizadores e/ou
dispersores, seleção de espécies, plantio e
manutenção. Avaliação dos resultados e
monitoramento. Hidrologia florestal. Entomologia e Fitopatologia
florestal
Sintomatologia, identificação e controle
das principais pragas e doenças associadas a arborização
urbana: bruquídeos, serradores, desfolhadores, formigas
cortadeiras, cupins e fungos. Projetos e impactos ambientais:
Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto
Ambiental: estrutura do EIA-RIMA, métodos de avaliação
de EIA-RIMA, identificação, qualificação
e valoração dos impactos ambientais, medidas
mitigadoras e compensatórias, plano de monitoramento,
audiência pública. Diagnósticos qualitativos e
quantitativos da vegetação: composição
florística, análise estrutural da floresta (densidade,
dominância, freqüência, índices de valor de
importância e de valor de cobertura), índices de
diversidade. Levantamentos da fauna: identificação e
conservação. Impactos ambientais relacionados a
ocupação e uso do solo em áreas urbanas e
medidas de proteção. Geoprocessamento:
Definições, sistemas de coordenadas e projeções.
Sistema de informações geográficas – SIG:
estrutura de dados, componentes de um SIG, banco de dados, aplicações
do SIG. Modelo digital do terreno, aplicações e sistema
de posicionamento global – GPS. Sensoriamento remoto:
princípios físicos, sistemas sensores, principais
sensores, resoluções e aplicações.

Legislação
ambiental – Federal

Leis:
Lei nº 4.771/65 – Código Florestal; Lei nº
6.902/81 – estações ecológicas e áreas
de proteção ambiental; Lei nº 6.938/81 –
política nacional do meio ambiente; Lei nº 9.433/97 –
política nacional de recursos hídricos; Lei nº
9.605/98 – crimes e infrações administrativas
contra o meio ambiente; Lei nº 9.985/00 – sistema nacional
de unidades de conservação; Lei nº 11.428/06.
Dispõe sobre a utilização e proteção
da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, dá
outras providências. (vegetação Primária,
estágio Avançado, estágio Médio, estágio
Inicial). Medidas Provisórias:
MP nº 2186-16 de 23 de agosto de 2001 – acesso ao
patrimônio genético; MP nº 2166-67 de 24 de agosto
de 2001 – altera o Código Florestal; Decretos
Federais:
Decreto nº 89.336/84 – áreas de
relevante interesse ecológico e reserva ecológica;
Decreto nº 2.519/98 – promulga a Convenção
sobre diversidade biológica. Resoluções
do CONAMA:
Resolução CONAMA nº 01, de 23 de
janeiro de 1986 – estudo de impacto ambiental; Resolução
CONAMA nº 10, de 14 de dezembro de 1988 – APAs e zonas de
conservação; Resolução CONAMA nº 13,
de 06 de dezembro de 1990 – entorno de unidades de conservação.

ESTADUAL: LEI N°
2.794/97 – Dispõe sobre aterros sanitários na forma que
menciona.
LEI N° 4.191/03 – Dispõe
sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos e
dá outras providências
.
MUNICIPAL: Lei orgânica do
município do Rio de Janeiro.

REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA:

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ENGENHEIRO ELETRICISTA

1.
Eletrônica Básica e Eletricidade Básica.

Conceitos. Condutores e isolantes. Componentes elétricos e
eletrônicos. Corrente Elétrica. Lei de Ohm. Diferença
de Potencial. Energia Elétrica. Efeito Joule. Circuitos Série,
Paralelo e Misto. Resolução de Circuitos (1ª e 2ª
Leis de Kirchoff). Reguladores de Tensão. Fontes de Tensão
e de Corrente. Capacitância. Indutância. Capacitores.
Indutores. Símbolos e Convenções. Potência
Elétrica. Eletromagnetismo. Grandezas Elétricas e
Magnéticas. Forças de Coulomb. Campo Elétrico.
Lei de Gauss e Fluxo Elétrico. Energia e Potencial Elétrico
de conjunto de cargas. Corrente, densidade de corrente e condutores.
Materiais dielétricos e capacitância. Equação
de Laplace. Lei de Ampère e o campo magnético. Equações
de Maxwell. Circuitos C.C. e C.A. Fator de Potência. Filtros.
Casadores de Impedância. LED. SCR. Tiristor. Diac. Triac.
Optoacopladores. Fontes de Tensão e de corrente. Análise
de circuitos em corrente contínua e corrente alternada.
Instalações Elétricas. Proteção.
Leitura e interpretação de esquemas e diagramas uni e
trifilares. Transientes. Transitório e Regime Permanente.
Conversão Delta-Estrela e Estrela-Delta. 2. Instrumentos e
Medidas.
Unidades usuais. Sistema Internacional de Unidades. Erro
e Tolerância. Aparelhos de medida. Instrumentos de bobina
móvel, eletrostáticos, de ferro móvel e
eletrodinâmicos. Fundamentos dos instrumentos de medição.
Quocientímetros. Fasímetros. Ponte de Wheatstone.
Osciloscópio. Gerador de ondas senoidais. Voltímetro.
Amperímetro. Wattímetro. Freqüencímetro.
Multímetro. Medidores. Controle de circuitos. Medidas
elétricas. Medição de resistências
elétricas. Localização de defeitos nos cabos
elétricos isolados. Medição de impedância,
da resistência de “terra” e da resistividade do
solo. Instrumentos elétricos de medida. Aparelhos auxiliares
para medidas em circuitos de corrente alternada e contínua.
3. Eletrônica Linear. Semicondutores. Diodos.
Transistores. Transformadores. Regulador de tensão.
Retificadores. Fonte de Alimentação. Amplificadores a
transistor. Realimentação. Circuitos RC, RL e RLC.
Circuitos Integradores. Transistor de Efeito de Campo. Amplificadores
de RF. Osciladores. Amplificadores de Potência. Amplificador
Operacional. 4. Eletrônica Digital. Conceitos. Sistemas
binário e hexadecimal. Álgebra de Boole. Tabelas
verdade e símbolos lógicos. Famílias lógicas.
Portas lógicas. Circuitos Combinacionais. Multivibradores e
Flip-Flop. Componentes. Circuitos digitais. Registradores.
Contadores. Conversores A/D e D/A. Memórias.
Microcontroladores e Microprocessadores. Circuitos Seqüenciais.
5. Circuitos elétricos. Definições e
parâmetros de circuitos. Valores médio e eficaz.
Impedância complexa e notação de fasores.
Circuitos em série e paralelo. Potência e correção
do fator de potência. Ressonância série e
paralelo. Análise de circuitos pelas correntes de malha e
pelas tensões dos nós. Teoremas de Norton e Thevenin.
Teoremas gerais de circuitos. Indutância mútua. Sistemas
Polifásicos. Transitórios em circuitos. 6.
Transmissão por Fios e Cabos.
Conceitos. Características.
Tipos de Fios e de Cabos. Tipos de Linhas. Práticas de
Instalação. Equipamentos de Testes. Tensões de
Transmissão. Isoladores. Ferragens e acessórios.
Estruturas das Linhas de Transmissão. Transmissão
de energia elétrica. Rede elétrica: geradores, rede
estabilizada, no-break, elevadores, sistema de refrigeração,
CFTV, segurança eletrônica e aterramento. 7.
Distribuição de Energia.
Princípios básicos.
Linhas de baixa, média e alta tensão. Redes. Quadros e
painéis. Transformadores. Distribuição de
energia elétrica. 8. Sistemas de Potência. Sistemas
elétricos. Circuitos trifásicos. Circuito série.
Sistemas elétricos de corrente contínua. Subestações
rebaixadoras. Valores percentuais e por unidade. Componentes
simétricas e de Clarke. 9. Conversão de Energia.
Conversão eletromecânica de energia. Processos de
conversão de energia elétrica. Análise de
sistemas magnéticos. Transformação de energia
elétrica. Máquinas comutadoras. Máquinas
polifásicas. 10. Equipamentos elétricos. Normas,
fontes de energia, consumos. Problemas comuns a todas as instalações,
sobretensões, coordenação de isolamento, ligação
a terra, condição do neutro nos sistemas trifásicos.
Os aparelhos de comando. Os comandos nos circuitos elétricos e
os fenômenos relativos, meios e modos de extinção
do arco, características construtivas dos disjuntores,
disjuntores de comando, seccionadores e outros dispositivos para
baixa tensão. Relé, descarregadores de sobretensão,
sistemas de telecomando e de telemedida. Conceitos e fundamentos
aplicados à manutenção predial (preventiva e
corretiva). Planejamento e controle da manutenção
(anual das atividades; sistema de ordem de serviços; histórico
de intervenções em equipamentos). 11. Instalações
elétricas.
Instalações prediais de luz e
força. Proteção e controle de circuitos.
Luminotécnica. Iluminação predial. Iluminação
de áreas externas. Instalações para força
motriz. Circuitos de sinalização. Instalações
de pára-raios prediais. Melhoramento do fator de potência
e instalação de capacitores. Técnica da execução
das instalações elétricas. Medidores de energia.
Especificações prediais. Projetos de A.T. e B.T. e
prediais. Projeto de rede lógica (cabeamento estruturado) 12.
Instalações elétricas industriais.
Elementos
de projeto. Dimensionamento da seção de condutores
elétricos. Iluminação industrial. Fator de
potência. Curto-circuito em instalações de
baixa-tensão. Motores elétricos. Partida de motores
elétricos de indução. Materiais e equipamentos.
Proteção e coordenação. Aterramento.
Sistema de aterramento e malha de terra. Projeto de Subestação
de consumidor. 13. Eletrônica Industrial. Componentes
eletrônicos. Retificadores. Conversores CC/CC, CC/CA, CA/CC e
CA/CA. Circuitos de Disparo. Inversores. Proteções.
Sensores e Transdutores. Elementos fotosensíveis. Controles
eletrônicos de motores e geradores. Circuitos de Disparo.
Proteções. Programação e Características
de PLC’s. 14. Microinformática e Transmissão
de dados.
Noções de microinformática.
Componentes básicos de um
microcomputador e funções. Conhecimentos sobre a
utilização dos recursos do Windows, Word, Excel e
Powepoint.
Conceitos básicos sobre comunicação
de dados. Representação da
informação. Tipos de sinais. Transmissão serial
x paralela, assíncrona x síncrona,
simplex x
half-duplex x full-duplex. Interfaces. Protocolos de comunicação.
Arquitetura OSI/ISO. Meios de transmissão: cabo coaxial, par
trançado, fibra óptica e link rádio. Topologias.
Tecnologias Ethernet, Fast Ethernet, FDDI, Gigabit Ethernet, ATM e
Wireless.
Interconexão de redes. Arquitetura TCP/IP.
Internet X Intranet. Modalidades de acesso à Internet.
Conhecimento sobre o uso dos recursos dos browsers Internet Explorer
e Firefox. Equipamentos de proteção de sistemas, de
redes e de redes de computadores. Firewall. 15. Normas,
Procedimentos e Legislação, Proteção e
Segurança.
Normas. Programação, controle e
fiscalização de obras. Orçamento e composição
de custos, levantamento de quantitativos, planejamento e controle
físico-financeiro Administração de contratos.
Liderança e gerenciamento de recursos. Legislação
Básica do Sistema Elétrico Brasileiro sob supervisão
do MME e da ANEEL. Lei nº 8.666/93
(Legislação sobre Licitações e Contratos
Administrativos relativos às obras e serviços de
engenharia).
Sistemas de energia. Alimentação
AC/DC. Aterramento e pára-raios. Proteção de
equipamentos e de sistemas: conceitos, características,
cuidados e dispositivos. Dispositivos de proteção.

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VELLOSO,
F. C. Introdução à Informática –
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Legislação
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http://www.mme.gov.br/)
e da ANEEL (
http://www.aneel.gov.br/).

Lei
nº 8.666/93 (Legislação sobre Licitações
e Contratos Administrativos relativos às obras e serviços
de engenharia) –
(
http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L8666cons.htm)

Manuais
Técnicos e Ajuda/Help de Software.

Normas
ABNT (
http://www.abnt.org.br)

Normas
e Legislação do setor elétrico no site CREA-RJ:
(
http://www.crea-rj.org.br/)

Sites
na Internet:

ENGENHEIRO MECÂNICO

1.
Estática –
Estática dos pontos materiais: Forças
no Plano e no Espaço. Sistemas Equivalentes de Forças
Atuando em Corpos Rígidos. Equilíbrio dos Corpos
Rígidos em Duas e Três Dimensões. Forças
distribuídas: Centróide e Baricentros. Análise
de Estruturas: Treliças e Máquinas. Forças em
Vigas e Cabos. Atrito. Centro de Gravidade: Linhas, Áreas e
Volumes. Forças distribuidas: Momento de Inércia de
Áreas e de Massa. 2. Dinâmica. Movimento
Retilíneo e Curvilíneo. Movimento em Duas ou Três
Dimensões. Leis de Newton do Movimento, Trabalho e Energia
Cinética. Energia Potencial e Conservação da
Energia. Momento e o Movimento de Sistemas ( Momento Linear, Impulso
e Colisões ). Equilibrio Estático de um Corpo Rígido
Métodos da Energia e da Quantidade de Movimento. Rotação
de Corpos Rígidos. Dinâmica do Movimento de Rotação.
Oscilações. 3. Mecanismos. Sistemas Articulados.
Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos e Helicoidais. Trem de
Engrenagens. Análise Cinemática de Mecanismos. 4.
Resistência dos Materiais.
Equilíbrio, Elasticidade
e Plasticidade,Tensão, Deformação, Propriedades
Mecânicas dos Materiais, Carga Axial, Torção,
Flexão, Cisalhamento Transversal, Cargas Combinadas,
Transformação de Tensão, Transformação
da Deformação, Projetos de Vigas e Eixos, Deflexão
de Vigas e Eixo, Flambagem de Colunas, Métodos de Energia,
Propriedades Geometricas de uma Área, Inclinação
e Deslocamento de Vigas, Molas Helicoidais. Tensões em Vasos
de Pressão de Paredes Finas e Espessas. Fadiga. Resistência
a Fadiga para Vida Finita e Infinita. Fatores Modificadores do Limite
de Resistência a Fadiga. Tensões Flutuantes. 5.
Elementos de Máquinas.
Parafusos. Chavetas.
Rebites. Eixos. Molas. Cabo de Aço. Rolamentos. Juntas
Soldadas. Freios. Embreagens e Acoplamentos. Cabos de Aço. 6.
Termodinâmica.
Temperatura e Transferência de Calor.
A Primeira Lei da Termodinâmica.Teoria Cinética dos
Gases ( Gases Ideais e Reais ), Propriedades Termodinâmicas.
Equilíbrio Termodinâmico. Primeira Lei da Termodinâmica
e suas Aplicações. Segunda Lei da Termodinâmica e
suas Aplicações. Ciclos Termodinâmicos. 7.
Mecânica dos Fluidos.
Densidade. Pressão em um
Fluido. O Principio de Pascal. Fluidos Compressíveis.
Manômetros. Barômetros. Empuxo. Tensão
Superficial. Análise de Escoamento de um Fluido. Escoamentos
Compressíveis e Incompressíveis. Leis Básicas
para Sistemas e Volumes de Controle. O Principio de Arquimedes.
Equação de Bernoulli. Conservação da
Massa e da Energia. Viscosidade. Turbulências. 8. Normas,
Procedimentos e Legislação, Proteção e
Segurança.
Normas ABNT. Programação,
controle e fiscalização de obras. Orçamento e
composição de custos, levantamento de quantitativos,
planejamento e controle físico-financeiro Administração
de contratos. Liderança e gerenciamento de recursos. Norma
ref. ao uso de cores
em tubulações industriais
( NB – 54 ). 9. Equipamentos – Máquinas
Hidráulicas, Termicas, Motores Elétricos, Motores a
Combustão, Tubulações, Bombas, Válvulas,
Compressores, Turbinas ( Hidraulica, Vapor e Gás ), Vasos,
Prensa, Geradores, Torno, Freza, Equipamentos de Corte, Equipamentos
de Perfuração. 10. Programas Computacionais voltado
para a Engenharia –
Conhecimentos Básicos de Excel,
Auto-Cad, MS Project, Primavera. Solid Work. 11. Produção
Visão Geral dos Sistemas de Produção.
Planejamento Estratégico da Produção. Previsão
de Demanda. Planejamento Mestre da Produção.
Administração dos Estoques e Gerenciamento da Cadeia de
Suprimento, Sequenciamento e Emissão de Ondens. Acompanhamento
e Controle da Produção, Gerenciamento de Processos,
Rede PERT e CPM, Localização e Layout de Fabrica,
Just-in-time. Gestão de Operações em Serviços,
Manutenção, Qualidade e Estudo de Tempos e Métodos.

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Legislação
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e Contratos Administrativos relativos às obras e serviços
de engenharia) –
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http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L8666cons.htm)

Manuais
Técnicos e Ajuda/Help de Software.

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e Legislação do setor elétrico no site CREA-RJ:
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http://www.crea-rj.org.br/)

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http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Excel

Google
(http://www.google.com.br) – Cores de Tubulações
Industriais

Google (http://www.google.com.br) –
Programas Computacionais para Engenharia

ENGENHEIRO DE PRODUÇÃO

Conhecimentos
Básicos:
1. Equipamentos –
Máquinas
Hidráulicas, Termicas, Motores Elétricos, Motores a
Combustão, Tubulações, Bombas, Válvulas,
Compressores, Turbinas ( Hidraulica, Vapor e Gás ), Vasos,
Prensa, Geradores, Transformadores, Caldeiras, Trocador de Calor,
Torno, Freza, Equipamentos de Corte, Equipamentos de Perfuração.
2. Estatística - Estatística Descritiva.
Probabilidade. Distribuição de Probabilidade. A
Distribuição Normal de Probabilidade. Intervalo de
Confiança. Estimativas e Tamanho de Amostras. Teste de
Hipóteses com Uma e Duas Amostras. Correlação e
Regressão. Testes Qui-Quadrado e Distribuição F.
Estatística Não Paramétrica. 3. Programas
Computacionais voltado para a Engenharia –
Conhecimentos de
Excel, Auto-Cad e MS Project. Conhecimentos Especificos: 4.
Normas, Procedimentos e Legislação, Proteção
e Segurança.
Normas. Programação, controle e
fiscalização de obras. Orçamento e composição
de custos, levantamento de quantitativos, planejamento e controle
físico-financeiro Administração de contratos.
Liderança e gerenciamento de recursos. Norma ref. ao uso de
cores em tubulações industriais ( NB – 54 ).
Legislação do servidor público. 5.
Planejamento e Controle da Produção –
Visão
Geral dos Sistemas de Produção. Planejamento
Estratégico da Produção. Previsão de
Demanda. Planejamento Mestre da Produção. Sistemas de
PCP no Chão-de-Fábrica. Sequenciamento e Emissão
de Ondens. Acompanhamento e Controle da Produção. 6.
Administração da Produção –
Produto
e Processos. Gerenciamento de Processo. Localização e
Layout de fábrica. MRP/MRP II. Gestão de Operações
em Serviços. Técnicas Japonesas. CAD, CAM, CIM,
ROBÓTICA, Tecnologia de Grupo e Sistemas Flexíveis de
Manufatura. Administração dos Recursos Materiais.
Estoques e Gerenciamento da Cadeia de Suprimento. Teoria das Filas.
Manutenção. Gestão de Projetos e Estudo de
Tempos e Métodos. 7. Gestão Ambiental –
Poluição Ambiental, O Meio Ambiente Urbano e Rural.
Impactos Ambientais. A Legislação e Gestão
Ambiental. Higiene e Segurança do Trabalho. Ergonomia e
Fisiologia do Trabalho. ISO 14.000. Tratamento da Água, Esgoto
e Lixo. Doenças 8. Gestão da Qualidade –
Conceitos de Qualidade. Qualidade Total. Controle Estatístico
da Qualidade. Principais Abordagens dos Mestres da Qualidade.
Ferramentas Básicas para a Gestão da Qualidade. Normas
da Série ISO 9.000 e ISO 14.000 nas Empresas Industriais e nas
Empresas de Serviço. Gestão Metrológica. 9.
Engenharia Econômica –
A Curva de Demanda e o
Comportamento dos Consumidores. A Curva de Oferta e o Comportamento
das Empresas. A Economia nas Empresas. Bens Público,
Externalidades e Comportamento do Governo. A Curva de Possibilidades
de Produção. Custo e Maximização de
Lucros. Análise Econômica. Matemática Financeira.
Análise de Alternativas de Investimentos. Depreciação
e Análise de Substituição. Análise
Financeiro de Projetos Industriais. Inovação
Tecnológica. Globalização.
10.
Princípios
e Sistemas de Administração Pública -

Estrutura e Funcionamento do Serviço Público no Brasil.
Administração Financeira e Orçamentária.
Orçamento público. Princípios e Diretrizes
Orçamentárias. Processo Orçamentário.
Métodos, Técnicas e Instrumentos do Orçamento
público, Gestão com Pessoas. 11. Planejamento
estratégico –
Missão. Visão. Cenário.
Avaliação de Estrutura de Mercado. Análise das
Competências Essenciais. Elaboração de Planos de
Ação Funcionais. Modelos de planejamento. Planejamento
e controle: estratégico, produtivo, financeiro, controle dos
custos, análise de investimentos. 12. Logística –
Custo. Classificação ABC ( Lei de Pareto ). Método
de Delphi.O Sistema Industrial e a Rede Logística. Problemas
Logísticos: O Subsistema Transporte. Renovação
de Frota e Equipamentos. Depósitos e Armazéns.
Armazenagem de Produtos. Distribuição Física de
Produtos. 13. Sistemas Organizacionais, Recurso e
Tecnologia, Administração do Sistema de Informação
-
Organização da Ação Empresarial.
Planejamento da Ação Empresarial. Controle da Ação
Empresarial. Comando da Ação Empresarial. Tomada de
Decisões. Liderança. Os Recursos Humanos na Empresa.
Tecnologia. A Inovação e Tecnologia. A Propriedade de
Intelectual. Administração da Tecnologia e da Inovação.
A Natureza das Empresas de Alto Desempenho. Os
Conceitos de Sistemas e Sistemas de Informação.
Sistemas de Apoio às Operações da Empresa.
Sistemas de Apoio Gerencial. Os Sistemas Integrados de Gestão.
O Hardware e o Software. Sistema de gerenciamento de Banco de
Dados.Tecnologias de Rede e Telecomunicações Internet e
Intranet. Economia Digital e Comércio Eletrônico.
Os desafios Eticos dos Sistemas de Informação.

REFERÊNCIA
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Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia, práticas.

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    Industriais

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    Engenharia

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    ( http://www.google.com.br ) – Qualidade

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    ( http://www.google.com.br ) – Ergonomia e Higiene e Seg. do
    Trabalho ( Normas )

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    ( http://www.google.com.br ) – ISO 9000 e 14000

  • Google
    ( http://www.google.com.br ) – Equipamentos

  • Google
    ( http://www.google.com.br ), ( http://www.enap.gov.br ), (
    http://www.ebape.fgv.br ) e outros – Administração
    Pública

ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

1.
Introdução à Engenharia de Segurança do
Trabalho:
Histórico; 2. Administração
Aplicada à Área de Engenharia de Segurança e
Medicina do Trabalho:
Princípios e níveis de
administração. Administradores: tipos; atribuições.
Organização do trabalho. Atribuições dos
profissionais de segurança, higiene e medicina do trabalho; 3.
Leitura e Interpretação de Projetos Diversos -

Leitura e interpretação de projetos arquitetônicos,
elétricos, telefônicos, de gás, hidráulicos,
sanitários, mecânicos, especiais, e de prevenção
e combate a incêndios. Símbolos e detalhes. Desenho
Arquitetônico: planta de situação; planta baixa;
especificações e símbolos; fachadas e detalhes.
Escalas; 4. Segurança e Saúde no Trabalho nos
Diplomas Legais Vigentes no País:
Constituição
da República Federativa do Brasil, de 1988; Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT; Normas Regulamentadoras de
Segurança e Medicina do Trabalho, aprovadas pela Portaria MTb
3.214, de 08 de junho de 1978, e suas alterações;
Normas Regulamentadoras Rurais, aprovadas pela Portaria MTb 3.067, de
12 de abril de 1988, e suas alterações; Normas vigentes
na ABNT referentes à Segurança e Saúde no
Trabalho; Normas vigentes na FUNDACENTRO referentes à
Segurança e Saúde no Trabalho; 5. Sistema Federal de
Inspeção do Trabalho:
Lei 7855, de 24 de outubro de
1989, e suas alterações; Portaria MTb 3311, de 29 de
novembro de 1989, e suas alterações; Portaria
Interministerial MTb/SAF 6, de 28 de março de 1994, e suas
alterações; Portaria MTb 549, de 14 de junho de 1995, e
suas alterações; Instrução Normativa
Intersecretarial 1, de 24 de março de 1994, e suas alterações;
Instrução Normativa Intersecretarial 8, de 15 de maio
de 1995, e suas alterações; Decreto 4552, de 27 de
dezembro de 2002, e suas alterações; 6. Segurança
e Saúde no Trabalho – Normas Internacionais – OIT -

Convenção 81 – Fiscalização do Trabalho
(Decreto 95.461, de 11 de dezembro de 1987); Convenção
119 – Proteção das Máquinas (Decreto
1.255, de 29 de setembro de 1.994); Convenção 139 -
Prevenção e Controle de Riscos Profissionais Causados
pelas Substâncias ou Agentes Cancerígenos (Decreto 157,
de 2 de julho de 1991); Convenção 148 – Proteção
dos Trabalhadores contra os Riscos Profissionais devidos à
Contaminação do Ar, ao Ruído, às
Vibrações no Local de Trabalho (Decreto 93.413, de 15
de outubro de 1986); Convenção 155 – Segurança e
Saúde dos Trabalhadores (Decreto 1.254, de 29 de setembro de
1994); Convenção 161 – Serviços de Saúde
do trabalho (Decreto 127, de 22 de maio de 1.991); Convenção
170 – Segurança na Utilização de produtos
Químicos no Trabalho (Decreto 2.657, de 03 de julho de 1.998);
Convenção 174 – Prevenção de
Acidentes Industriais Maiores (Decreto 4.085, de 15 de janeiro de
2.002); 7. Segurança e Saúde no Trabalho –
Legislação da Previdência Social -
Lei 8.212,
de 24 de julho de 1991, e suas alterações; Lei 8.213,
de 24 de julho de 1991, e suas alterações; Decreto
3.048, de 06 de maio de 1999, e suas alterações; 8.
Legislação Aplicada à Área de Engenharia
de Segurança e Medicina do Trabalho:
Responsabilidades
civil e criminal em matéria de Segurança e Saúde
no Trabalho; 9. Laudos e Perícias Técnicas:
Elaboração e interpretação de laudos e
perícias técnicas; 10. Higiene e Medicina do
Trabalho -
Agentes ambientais físicos, químicos e
biológicos. Antecipação, reconhecimento,
avaliação e controle dos riscos ambientais. Análise
de elementos insalutíferos e periculosos. Fisiologia do
trabalho. Toxicologia. Doenças do trabalho. Epidemiologia
geral. Epidemiologia das doenças profissionais no Brasil.
Aspectos toxicológicos e sua prevenção.
Primeiros socorros. Recuperação de acidentados; 11.
Segurança e Saúde no Trabalho -
Conceito de
acidente do trabalho. Causas de acidentes do trabalho. Custos do
acidente. Registro, análise e prevenção de
acidentes do trabalho. Equipamentos de proteção
individual e coletiva (EPI/EPC). Análise e comunicação
de acidentes do trabalho. Avaliação e controle de
riscos profissionais. Medidas técnicas e administrativas de
prevenção de acidentes; 12. Psicologia e Segurança
do Trabalho -
Bases do comportamento humano. Ajustamento no
trabalho. Planos promocionais. Motivação e treinamento
de pessoal. Aspectos psicológicos do acidente do trabalho; 13.
Segurança do Trabalho referente a:
Ferramentas manuais
portáteis. Máquinas e equipamentos. Motores e bombas.
Equipamentos de pressão. Soldagem e corte. Caldeiras e vasos
sob pressão. Instalações e serviços em
eletricidade. Cores e sinalização. Ventilação
industrial. Segurança na construção civil; 14.
Ruídos -
Fundamentos e controle. Ondas acústicas.
Efeitos do ruído e vibrações no homem.
Instrumentação para medições e análise
de ruído. Isolamento de ruído. Acústica de
ambientes fechados. Protetores auriculares. Unidades e grandezas; 15.
Ergonomia -
Histórico e definição. Aspectos
sensoriais. Aspectos específicos de projetos e instrumentos.
Aspectos motores e energéticos. A ergonomia e a prevenção
de acidentes. Antropometria. Organização ergonômica
do trabalho em ambientes de produção. Organização
ergonômica do trabalho em ambientes de escritórios.
L.E.R./D.O.R.T. Levantamento de peso; 16. Tecnologia e Prevenção
no Combate a Sinistros –
Segurança patrimonial. Legislação
de segurança patrimonial. Prevenção e combate a
incêndios. Sinistros; 17. Prevenção e Controle
de Perdas –
Fundamentos. Metodologia e controle de perdas.
Controle de registros de acidentes. Análise de sistemas de
perdas e desperdícios de materiais. Fatores econômicos
do programa de prevenção de perdas. Acidentes fora do
trabalho; 18. Segurança Industrial e Saúde -
Prevenção e combate a incêndios. Explosão
e explosivos. Calor e frio. Iluminação. Produtos
químicos. Equipamentos de proteção individual
(EPI’s). Equipamentos de proteção coletiva
(EPC’s); 19. Proteção do Meio Ambiente;
20. Auditorias Internas de Sistemas de Gestão de Segurança
e Saúde do Trabalho
.

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1983.

Legislação em vigor relacionada aos
assuntos constantes do programa do concurso.

LIDA,
Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. [s.l.]:
Edgard Blücher.

MARANO,
Vicente Pedro. Medicina do Trabalho: Controles Médicos,
Provas Funcionais.
Editora LTR. 4ª Edição.
2001.

MICHEL,
Oswaldo. Controle do Uso de Produtos Perigosos Causadores de
Dependência e Lesões Entre os Trabalhadores.
Editora
LTr .2002.

Normas
Regulamentadoras (NR), aprovadas pela Portaria 3.214/78, e suas
atualizações posteriores.

Normas
Regulamentadoras Rurais (NRR), aprovadas pela Portaria 3.067/88, e
suas atualizações posteriores.

Normas técnicas em vigor na ABNT relacionadas
aos assuntos constantes do programa do concurso.

OBERG
L. Desenho Arquitetônico. Editora Ao Livro Técnico.
33ª Edição. 1997.

OLIVEIRA,
Cláudio Antônio Dias de. Aplicando os Procedimentos
Técnicos em Segurança e Saúde no Trabalho na
Área de Construção. Editora LTr. 2005.

ROCHA,
Geraldo Celso. Trabalho, Saúde e Ergonomia. Editora
Juruá. 3ª Reimpressão. 2007.

ROUSSELET,
Edison da Silva; FALCÃO, César. A Segurança
na Obra: Manual Ttécnico de Segurança do Trabalho em
Edificações Prediais
. Rio de Janeiro: Interciência,
1999.

SALIBA,
Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene
Ocupacional.
Editora LTr. 2004.

SALIBA,
Tuffi Messias; CORRÊA, Márcia Angelim C.; AMARAL, Lênio
Sérvio; RIANI, Rubensmidt Ramos. Higiene do Trabalho e
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
.
[s.l.]: LTr.

SAMPAIO,
José Carlos de Arruda. NR-18 – Manual de Aplicação.
Editora PINI. 1998.

SAMPAIO,
José Carlos de Arruda. Programa de Condições
e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção
.
Editora PINI. 1998.

SOUNIS,
Emílio. Manual de Higiene do Trabalho. [s.l.]:
Cone.

TAVARES,
José da Cunha. Noções de Prevenção
e Controle de Perdas em Segurança do Trabalho.
Editora
SENAC. 4ª Edição. 1996.

TAVARES,
José da Cunha. Tópicos de Administração
Aplicada à Segurança do Trabalho.
Editora SENAC. 5ª
Edição. 2006.

TORREIRA,
Raul P. Segurança Industrial e Saúde. [s.l.]:
MCT – Produções Gráficas.

TORREIRA,
Raul P. Manual de Segurança Industrial. [s.l.]:
Marcus Publicações, 1999.

VIANA,
José Segadas; SANTOS, Nathanael Telles dos. Manual de
Prevenção de Acidentes
. [s.l.]:
Freitas Bastos.

WITTING,
Arno F. Psicologia Geral. Editora McGraw-Hill do Brasil. 1981

Concurso SAAE de Sorocaba – inscrições de 12 a 28 de março de 2008

Filed under: Estado de São Paulo,Março 2008,SAAE,Sorocaba — editalconcurso @ 2:09 am

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Cargos:

 

CÓDIGOS

 

CARGOS

Nº DE

VAGAS GERAL

 

Nº DE
VAGAS PORT. DEF.

 

SALÁRIOS
(R$)

 

CHS

 

REQUISITOS

001

Ajudante
de Manutenção de Veículos

03

727,97

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
01 ano

002

Carpinteiro

07

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
02 anos

003

Eletricista

02

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência
mínima de 02 anos

 

004

 

Eletricista de Veículos

 

02

 

 

801,19

 

40

- Ensino Fundamental Completo,

CNH
– "C" e

Experiência mínima de
02 anos

005

Encanador

15

01

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência
mínima de 02 anos

006

Lavador/Lubrificador

01

727,97

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
01 ano

007

Mecânico

01

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
02 anos

008

Mecânico
de Manutenção Geral

08

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência
mínima de 02 anos

 

009

 

Mecânico
de Máquinas Pesadas

 

02

 

 

878,49

 

40

- Ensino Fundamental Completo,

CNH – "C" e

Experiência mínima de
02 anos

 

010

 

Motorista
de Veículos Pesados

 

20

 

01

 

878,49

 

40

- Ensino Fundamental Completo,

CNH
– "E" e

Experiência mínima de
02 anos

 

011

 

Operador de Máquinas

 

05

 

 

878,49

 

40

- Ensino Fundamental Completo,

CNH
– "C" e

Experiência mínima de
02 anos

 

012

 

Operador de Máquinas Pesadas

 

04

 

 

1.034,95

 

40

- Ensino Fundamental Completo,

CNH – "C" e

Experiência
mínima de 02 anos

013

Pedreiro

20

01

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
02 anos

014

Pintor

02

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência mínima de
02 anos

015

Soldador

01

801,19

40

- Ensino Fundamental Completo e

Experiência
mínima de 02 anos

016

Almoxarife I

02

877,13

40

- Ensino Médio Completo e

Experiência mínima de
02 anos

 

017

 

Desenhista Copista

 

02

 

 

753,04

 

40

- Ensino Médio Técnico
Completo,

curso de desenho técnico com uso
de software (CAD) e
Experiência mínima de 02 anos

 

018

 

Laboratorista

 

03

 

 

877,13

 

40

- Ensino Médio Técnico
Completo

e

Experiência
mínima de 02 anos

019

Mestre de Manutenção
Mecânica e

Hidráulica

01

1.257,55

40

-
Ensino Médio Completo

020

Mestre de Manutenção
e Instalação de

Rede

04

1.257,55

40

-
Ensino Médio Completo

021

Mestre de
Obras

04

1.162,14

40

- Ensino Médio Completo e

Experiência
mínima de 02 anos

022

Oficial Aferidor Hidrometrista

02

957,58

40

- Ensino Médio Completo

 

023

 

Operador de Telemetria

 

06

 

 

726,84

 

30

- Ensino Médio Completo e

informática – editor de texto e planilha

 

024

 

Técnico de Agrimensura
I

 

02

 

 

1.257,71

 

40

- Ensino Médio Completo, com

especialização técnico profissional em
agrimensura

 

025

 

Técnico em Eletrotécnica

 

02

 

 

1.257,71

 

40

- Ensino Médio Completo, Curso

Técnico em Eletrotécnica
e CNH – "B"

 

 

026

 

 

Técnico em Mecânica

 

 

02

 

 

 

 

1.257,71

 

 

40

- Ensino Médio Completo, Curso

Técnico em
Manutenção Geral, com registro no respectivo

Conselho e CNH –
"B"

027

Telefonista

02

877,13

30

- Ensino Médio Completo e

Experiência mínima de
02 anos

 

 

 

028

 

 

 

Analista de Sistemas I

 

 

 

02

 

 

 

 

 

 

2.362,60

 

 

 

40

- Ensino Superior Completo em

Análise
de Sistemas, ou Sistemas de Informação, ou Ciência da
Computação ou Processamento de Dados, ou Engenharia da
Computação e

Experiência mínima de
02 anos

 

029

 

Engenheiro
Civil I

 

01

 

 

2.110,37

 

40

- Ensino Superior Completo em

Engenharia Civil e
inscrição no respectivo conselho

 

 

030

 

 

Engenheiro
de Segurança do Trabalho I

 

 

01

 

 

 

 

1.996,31

 

 

40

- Ensino Superior Completo na

área afim, registro no respectivo

Conselho
e

Experiência mínima de
02 anos

 

031

 

Psicólogo

 

01

 

 

2.110,37

 

30

- Ensino Superior Completo em

Psicologia e
inscrição e inscrição no respectivo conselho


 

 

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